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Notas Etílicas - Por Saulo Yassuda

Por Saulo Yassuda Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
O jornalista Saulo Yassuda cobre cultura e gastronomia. Faz críticas de bares na Vejinha há dez anos. Dá pitacos sobre vinhos, destilados e outros assuntos

Lágrima, bar de drinques escondido no centro, tem clima intimista

Em um salão escuro, DJs tocam em vinis canções de diferentes gêneros enquanto o público prova coquetéis caprichados. Leia a crítica

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3 jan 2025, 06h00
Salão escuro com poltronas e balcão
Lágrima: salão intimista (Ligia Skowronski/Veja SP)
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Você, provavelmente, não vai chorar de tristeza no Lágrima. Pelo contrário. O som, por exemplo, dá até uma animada.

Ainda que não costumem tocar hits ultradançantes, os DJs escolhidos pelo curador Gui Scott, da festa Gop Tun, elegem em vinis canções de jazz, soul, dance music, rock alternativo e brasilidades para o público que se acomoda em poltronas ou nas três banquetas do balcão — nada impede que, em noites mais cheias, a galera dê até uma dançadinha. Mas não é praxe.

Intimista, o ambiente é envolto em cortinas e para lá de escuro (as tais das lágrimas podem vir aí, porque você vai precisar apertar os olhos para ler a carta de drinques).

Grande atração local, os coquetéis têm grandes chances de te dar alguma emoção. Foram criados pelo consultor Gunter Sarfert, pelo bartender do grupo Ciro Tupinambá (ex-sócio do Trago) e Carlos Franco, que cuida do balcão no dia a dia.

Tomar um gole do thai express (rum branco, purê de manga, genmaicha, limão-taiti e baunilha; R$ 42,00) é como morder a fruta gorda com um toque tostado.

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Doce e levemente gaseificado, o néctar (R$ 52,00) une bem jerez fino, vermute seco, damasco e mel. Os fãs de bloody mary podem ficar com a variação da casa (bourbon com manteiga noisette, suco de tomate com goiabada e mix de temperos feito com mel, molhos de ostra, inglês e gochujang mais limão-taiti; R$ 50,00).

Taça com coquetel sendo colocado
Lágrima: o coquetel néctar (Ligia Skowronski/Veja SP)

É daqueles que abrem o apetite, o que é uma pena, porque o espaço ainda não tem comida, no máximo azeitonas e amendoins (a promessa é que, a partir da segunda quinzena de janeiro, um cardápio seja servido, usando a estrutura do vizinho HM Food Café).

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No térreo do Edifício Renata (prédio que abriga o restaurante Parador, dos mesmos sócios, no terceiro andar), o Lágrima esconde-se atrás de uma porta camuflada na loja da Mizuno, que funciona só até fevereiro — depois, o espaço vai virar uma área de espera para o bar.

Avaliação: BOM (✪✪✪)

Lágrima
Rua Major Sertório, 95 (Edifício Renata Sampaio), centro. Não tem telefone. 19h/1h (fecha de dom. a ter.). Tem acessibilidade.

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Publicado em VEJA São Paulo de 3 de janeiro de 2025, edição nº 2925.

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