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Blog do Lorençato

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O editor-executivo Arnaldo Lorençato é crítico de restaurantes há mais de 30 anos. De 1992 para cá, fez mais de 16 000 avaliações. Também comanda o Cozinha do Lorençato, programa de entrevistas e receitas no YouTube. O jornalista é professor-doutor e leciona na Universidade Presbiteriana Mackenzie

Helena Rizzo, do Maní, é a melhor chef do mundo

Com seu jeitão zen, Helena Rizzo está radiante. A sócia do Maní acaba de ser escolhida pela organização do prêmio internacional  The World’s 50 Best Restaurants para receber o Prêmio Veuve Clicquot de Melhor Chef Mulher do Mundo 2014. Não bastava São Paulo ter o D.O.M. entre os dez melhores restaurantes do planeta, tem agora […]

Por Arnaldo Lorençato Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 25 mar 2014, 14h53 | Atualizado em 26 fev 2017, 22h25
Helena Rizzo, chef do restaurante Maní.
Helena Rizzo: chef do restaurante Maní (/)
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Helena Rizzo, do Maní, é a melhor chef do mundo Priorizar nos meus resultados Google
Helena Rizzo, chef do restaurante Maní.

Helena: cozinheira top no topo (Foto: Ricardo Corrêa)

Com seu jeitão zen, Helena Rizzo está radiante. A sócia do Maní acaba de ser escolhida pela organização do prêmio internacional  The World’s 50 Best Restaurants para receber o Prêmio Veuve Clicquot de Melhor Chef Mulher do Mundo 2014. Não bastava São Paulo ter o D.O.M. entre os dez melhores restaurantes do planeta, tem agora a melhor cozinheira.

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A maior surpresa para a chef é pelo fato de terem “tantas ótimas cozinheiras no mundo, inclusive aqui no Brasil”. Helena vai a Londres para a entrega do prêmio, marcada para 28 de abril. Até lá, terá de se dedicar ainda mais ao Maní, que deve ver o número de clientes se multiplicar vertiginosamente. O mais curioso é que o Maní só entrou para o ranking dos 50 melhores do mundo no ano passado, ocupando a 46ª posição. A eleição foi um salto extraordinário.

Ela conversou comigo  agora mesmo, enquanto preparava um evento no Leopolldo. Desde o anúncio, ela não para de ser cumprimentada pelos familiares, amigos e equipe. Contente e sem se descuidar do trabalho, a gaúcha contou que , primeiro, recebeu um telefonema, seguido de uma carta, três semanas atrás. “Precisava manter sigilo até hoje”, revela.

Perguntei se o fato de ter sido recebido o mesmo prêmio no ano passado como melhor chef mulher da América Latina era um indício. “Sinceramente, não achei”,  diz. “Aceito o prêmio, porque tenho muito orgulho do que faço. Não sou só eu, mas o Dani (o espanhol Daniel Redondo, seu marido e que divide com ela o comando do fogão e a criação do cardápio) e a Giovana (Baggio, sócia e administradora do restaurante). Cada dia tem que ser melhor que o outro. Preciso melhorar na cozinha, ser uma pessoa melhor.”

Antes de Helena, foram contempladas com Prêmio Veuve Clicquot de Melhor Chef Mulher do Mundo Elena Arzak, do Arzak, na Espanha; Anne-Sophie Pic, da Maison Pic, na França; e a ganhadora do ano passado, Nadia Santini, do restaurante Dal Pescatore, na Itália.

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