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Blog do Lorençato

Por Arnaldo Lorençato Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
O editor-executivo Arnaldo Lorençato é crítico de restaurantes há mais de 30 anos. De 1992 para cá, fez mais de 16 000 avaliações. Também comanda o Cozinha do Lorençato, programa de entrevistas e receitas no YouTube. O jornalista é professor-doutor e leciona na Universidade Presbiteriana Mackenzie

Refeições memoráveis em 2012: D.O.M.

Alex Atala foi eleito o chef do ano pela segunda vez consecutiva pelo júri da edição especial de “Comer & Beber” de VEJA SÃO PAULO. Desde a criação do prêmio, o cozinheiro já venceu cinco vezes, uma façanha. Dificilmente, outro profissional antigirá essa marca. Não é só em solo nacional que o chef paulistano acumula […]

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28 dez 2012, 12h33 • Atualizado em 27 fev 2017, 11h41
Cajuina_LIGIA SKOWRONSKI_edit
Cajuina_LIGIA SKOWRONSKI_edit (/)
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  • Camarão frio na cajuína com cebola e chuchu: de aplaudir (Foto: Ligia Skowronski)

    Alex Atala foi eleito o chef do ano pela segunda vez consecutiva pelo júri da edição especial de “Comer & Beber” de VEJA SÃO PAULO. Desde a criação do prêmio, o cozinheiro já venceu cinco vezes, uma façanha. Dificilmente, outro profissional antigirá essa marca. Não é só em solo nacional que o chef paulistano acumula prêmios. No concurso promovido pela revista inglesa Restaurant e divulgado em abril de 2012, Alex Atala teve o seu restaurante, o D.O.M., escolhido como quarto melhor do mundo pelo júri composto por especialistas de todas as partes do planeta. Uma ascensão notável. Quando apareceu pela primeira vez na lista, em 2006, o D.O.M. estava em 50º lugar.

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    Este ano no restaurante, provei o menu degustação acompanhado de harmonização de vinhos. Custa 340 reais em quatro etapas e pode ser acompanhado de bebida selecionada pela sommelière Gabriela Monteleone por mais 180 reais. Em versão com oito sugestões sai por 470 reais. Nesse caso, a combinação com tintos e brancos sobe para 300 reais.

    Embora muito cara, essa sequência apresenta pratos de excepcional requinte. Um deles me cativou pelo brilho de sua concepção e pelo rigor de execução, o que certamente coloca Atala e sua equipe entre os melhores do mundo.

    É o camarão frio enfeitado por pétalas de cebolinha ao tamarindo e mergulhado em caldo suave de cajuína mais picles de chuchu. De aplaudir!

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