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Obrigatoriedade do uso de máscaras será mantida até fim de janeiro

Jean Gorinchteyn, secretário da Saúde, afirmou que João Doria (PSDB) assinará um decreto ainda nesta segunda (20) para estender a medida em São Paulo

Por Redação VEJA São Paulo Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
20 dez 2021, 13h03 • Atualizado em 5 set 2025, 15h20
Imagem mostra multidão caminhando em rua. Todos usam máscara.
 (Sebastião Moura/EFE/Divulgação)
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  • Em entrevista à Globo News nesta segunda-feira (20), Jean Gorinchteyn, secretário estadual de saúde de São Paulo, afirmou que a obrigatoriedade do uso de máscaras será estendida até o dia 31 de janeiro. Segundo ele, o governador João Doria (PSDB) assinará o decreto ainda hoje.

    O governo estadual planejava flexibilizar a medida sanitária ainda no começo de dezembro, mas retrocedeu quando surgiu a variante Ômicron.

    + SP ainda tem 887 mil crianças e adolescentes com 2ª dose em atraso

    Além do anúncio da medida, o secretário também falou sobre a recusa da Pfizer de vender doses diretamente para o governo estadual. O governo de São Paulo demonstrou interesse em comprar doses para vacinar a população infantil do estado.

    Em resposta, a fabricante afirmou na última sexta-feira (17) que “a vacina da Pfizer/Biontech contra a Covid-19 é um bem que deve ser oferecido à população em geral”, e que por isso tem como prioridade o governo federal.

    “Nós não aceitamos essa posição”, afirmou Jean Gorinchteyn. O secretário ainda disse que, se até a tarde de hoje (20) a presidente da fabricante no país, Marta Díez, não autorizar a venda direta para o Estado de São Paulo, “nós estaremos judicializando no STF essa decisão“.

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    O secretário chamou atenção para o número de 2,5 mil crianças que morreram em decorrência da Covid desde o início da pandemia. Para ele, a vacinação do grupo infantil é uma “emergência em necessidade de proteção para essas pessoas”.

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