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“Comer & Beber” 2013: tendências no mundo da gastronomia

Confira um balanço do que aconteceu desde a última edição do especial e algumas tendências que darão o que falar

Por Redação VEJA SÃO PAULO 18 out 2013, 02h00 | Atualizado em 16 Maio 2024, 17h02
Massimo - Comer & Beber 2013
Massimo - Comer & Beber 2013 (Roberto loffel/)
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Um balanço do que aconteceu desde a última edição do “Comer & Beber” e algumas tendências que darão o que falar:

+ Tudo sobre o “Comer & Beber” 2013

■ Banalização do gourmet – A palavra de origem francesa, usada para definir alguém que conhece e aprecia bons pratos e bebidas, transformou-se num adjetivo. Além de brigadeiro e café, ganharam o sobrenome gourmet coxinha, pastel, pipoca e até cachorro-quente. O que virá mais?

■ Chefs no bar – Cozinheiros de restaurantes bacanas têm levado sua experiência para os bares. Mudaram de lado do balcão, ou passaram a jogar nas duas posições, Salvatore Loi e Paulo Barros (Mozza), Carlos Bertolazzi (Karavelle Brewpub), Henrique Fogaça (Cão Véio), Fabio Koyama e Sérgio Kubo (Minato Izakaya), Bruce Le Greco (Forquilha) e Daniel Brum (Barteco)

■ Modinhas

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  • Aperol spritz: o drinque feito com prosecco, Aperol, club soda e uma fatia de laranja tem se firmado como a pedida do momento nos bares

 

■ Reviravolta em dois italianos

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  • Massimo: templo da alta gastronomia paulistana, frequentado por presidentes, ministros, grandes empresários e celebridades, a casa encerrou as atividades no dia 28 de setembro, depois de uma história de 37 anos
  • Gigetto: inaugurado em 1938, o restaurante considerado “pai das cantinas” passou 44 anos na Rua Avanhandava, no centro. Nos próximos dias, promete reiniciar suas atividades na Rua 13 de Maio, no coração do Bixiga

■ Eles farão falta – Dois nomes importantes do churrasco faleceram neste ano: Marcos Bassi, do Templo da Carne, e Roberto Macedo, do Rodeio. Também partiram os italianos Nello De Rossi, fundador da cantina Nello’s — e famoso pelo bordão “Bonita camisa, Fernandinho!”, usado em um comercial de TV —, e Giancarlo Marcheggiani, chef do Italy. E ainda o elegante Armando Coelho Borges, que foi crítico de restaurantes de VEJA SÃO PAULO

■ No iPad – Esta edição especial de VEJA SÃO PAULO está disponível para o iPad, junto com VEJA. Entre na App Store, baixe o aplicativo VEJA no seu tablet, busque pela edição e faça o download

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feirinha gastronômica - Comer & Beber 2013
feirinha gastronômica – Comer & Beber 2013 ()

■ Comida de rua

  • Pode virar lei: a Câmara Municipal aprovou um projeto para regulamentar a atividade de venda de comida de rua (hoje só vans de cachorro-quente podem ter licença). Para se tornar lei, a proposta precisa passar por outra votação e receber a sanção do prefeito Fernando Haddad
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  • Pela janela: uma vez por mês, o Tordesilhas serve o caldinho paraense tacacá aos clientes na calçada da Alameda Tietê. É um sucesso

■ Sobe

  • Wine bars: antes restritos a importadoras, os bares de vinhos agora têm espaço próprio e caprichado. Neste ano foram abertos quatro deles
  • Produtos sem lactose nem glúten: entraram para valer no cardápio de restaurantes, lanchonetes, docerias e nas gôndolas de supermercados
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■ Desce

  • Frozen yogurt: não pegou por aqui como em terras cariocas. Muitas lojas fecharam as portas, e as que permanecem ficaram restritas aos shoppings
  • Bolinho de arroz: para os donos de bares, a clientela não quer mais saber do quitute. Prefere o arancino, de origem italiana e feito com arroz arbóreo
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