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Em novo endereço, Pink Elephant segue de olho nos endinheirados

Filial paulistana da luxuosa balada americana reinaugurou em abril no mesmo bairro, o Itaim

Por Carolina Giovanelli 3 Maio 2013, 17h59 | Atualizado em 5 dez 2016, 16h03

Quando abriu as portas, em 2008, a filial paulistana da boate americana Pink Elephant causou frisson e desencadeou a inauguração de uma leva de clubes de luxo. Fechada em 2011, a casa voltou à ativa em abril, pelas mãos dos empresários Jimy Semple, Beto Senna e David Sarner.

Aparece em novo endereço, onde antes funcionava a Mynt Lounge, mas no mesmo bairro, o Itaim Bibi. O público continua formado por bacanas, que costumam ocupar um dos dezesseis camarotes do espaço (R$ 2 000,00 a R$ 4 000,00, com capacidade de cinco a dez pessoas e garçonete particular).

Há ainda uma área reservada batizada de backstage, atrás da cabine do DJ, em que trinta celebridades ou convidados dos sócios podem se divertir. O house domina a pista, decorada por painéis de LED. Se quiser beber algo, não seja acanhado com a carteira.

Os drinques saem por R$ 45,00 e uma cerveja long neck Heineken custa R$ 20,00. Na porta, seguem a desorganização e a dificuldade em falar com a hostess. Chegar cedo nem sempre alivia a situação, já que grupos se aglomeram na calçada antes mesmo de o lugar abrir.

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