Avatar do usuário logado
Usuário

Balada Madame Satã, famosa nos anos 80, ganha documentário

Fita fala sobre a cena musical do local e sua mistura de tribos

Por Mauricio Xavier [com reportagem de Carolina Giovanelli] 27 nov 2015, 23h00 | Atualizado em 5 set 2025, 18h04
Madame Satã
Madame Satã (Luiz Aureliano/)
Continua após publicidade
Balada Madame Satã, famosa nos anos 80, ganha documentário Priorizar nos meus resultados Google

Recheado de depoimentos de músicos, como os guitarristas Edgard Scandurra, do Ira!, e Fernando Deluqui, do RPM, o filme Uma Nova Onda de Liberdade: a História do Madame Satã será lançado no próximo domingo (6). “Foi um point cultural de muito destaque na capital”, afirma o jornalista Wladimyr Cruz, diretor do documentário. Inaugurada em 1983 em um casarão de estilo despojado na Bela Vista, a balada marcou época.

+ Balada Madame tem gato de estimação que participa das noitadas

Em seu auge chegava a receber 2 000 pessoas por fim de semana. Sobressaíam os punks com alfinetes na orelha, roupas pretas e moicanos, mas tribos que normalmente não dividiriam a mesma pista, de artistas a engravatados, misturavam-se ao bolo. Frequentaram o point figuras que vão da cantora Rita Lee ao político Aécio Neves. A boate durou, com diferentes nomes, até 2007, quando já se mostrava decadente. Em 2012, o local foi reaberto no mesmo endereço com o nome de Madame.

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

15 marcas que você confia. Uma assinatura que vale por todas.

Revista em Casa + Digital Premium
Impressa + Digital
Revista em Casa + Digital Premium

Informação de qualidade e confiável, a apenas um clique.
Assinando Veja você recebe semanalmente Veja Rio* e tem acesso ilimitado ao site e às edições digitais nos aplicativos de Veja, Veja SP, Veja Rio, Veja Saúde, Claudia, Superinteressante, Quatro Rodas, Você SA e Você RH.
*Assinantes da cidade do RJ

A partir de R$ 39,99/mês