A noite da música brasileira
Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira chega à 33ª edição com homenagem a Cazuza e artistas de diferentes gerações dividindo o mesmo palco
O Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira chega à sua 33ª edição na próxima quarta-feira (10), reafirmando seu papel como uma das principais celebrações da produção musical do país. A cerimônia será realizada no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e reunirá artistas de diferentes gerações, estilos e regiões em uma noite dedicada à pluralidade da música brasileira.
Ao todo, serão 30 premiados em 18 categorias, contemplando de nomes consagrados a representantes da nova cena musical. Mais do que reconhecer os destaques do último ano, o prêmio também se consolida como um espaço de valorização da diversidade artística que marca a cultura brasileira.
Em 2026, a homenagem da noite será dedicada a Cazuza. Quase quatro décadas após sua morte, o cantor e compositor segue influenciando diferentes gerações de artistas. Para celebrar sua obra, intérpretes de diferentes gêneros musicais subirão ao palco para revisitar canções que marcaram a história da música brasileira.
O tributo já começou a ganhar forma durante o anúncio dos indicados. Em apresentações especiais, artistas como Ney Matogrosso, Joyce Alane e Zé Ibarra ofereceram uma prévia da homenagem ao reinterpretar clássicos do repertório de Cazuza, antecipando o clima que deve marcar a cerimônia desta edição.
“Celebrar Cazuza é celebrar a coragem, a liberdade e a potência de uma obra que segue viva e necessária. Sua música e sua poesia atravessaram gerações e continuam a ecoar nas vozes e nos sentimentos de milhões de brasileiros”, comenta Zé Maurício Machline, criador e idealizador do Prêmio de Música Brasileira.
Música em movimento
Com uma tradição de três décadas, o Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira segue acompanhando as transformações do cenário musical do país e construindo sua história. Prova disso é o número de inscritos na edição de 2026 – cerca de 15 000 artistas se candidataram para a premiação.
O fato é que a música brasileira segue pulsando, o que mostra a importância de iniciativas como essa. “O Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira desempenha um papel fundamental ao reconhecer a excelência artística e fortalecer um dos mais importantes patrimônios do país”, exaltou André Kliousoff, CMO (Chief Marketing Officer) do BTG Pactual.
Além de apoiar a iniciativa, o banco estende sua atuação pela indústria musical do país, contribuindo para o desenvolvimento e profissionalização de talentos na área. Bons exemplos são “Música é Negócio” e “Incubadora Musical”, projetos que atuam na formação de artistas com visão de mercado. Ao prepará-los para os desafios de divulgação e gestão de sua marca, o BTG amplia seu apoio de forma estrutural, pois entende que a economia criativa também faz parte da imensa riqueza cultural do Brasil
Música para todos
Ao longo dos anos, a premiação passou por mudanças no seu quadro de categorias. Na última edição, Funk, Rap/Trap e Reggae deixaram o antigo rótulo de Música Urbana e se tornaram categorias isoladas. Em outra esfera, a premiação introduziu a categoria Intérprete como substituta das antigas “Cantor” e “Cantora”, um gesto de inclusão a pessoas não-binárias na premiação.
E a celebração da diversidade não poderia deixar de valer para os indicados. Na categoria “Artista Revelação”, por exemplo, estão concorrendo o cantor e compositor baiano Pedro Emílio, que mescla pop, R&B e MPB, e Zaynara, precursora do Beat Melody, uma junção de elementos e batidas pop ao brega paraense.
A nova edição do prêmio demonstra, mais uma vez, a rica diversidade da música brasileira, em todos as suas formas, e a importância de manter um mercado profissional e saudável ao seu lado, aliando talento e oportunidade.
“Ao dar visibilidade a diferentes gerações e estilos, a premiação contribui para o desenvolvimento da indústria da música e para a projeção da produção artística brasileira. Para o BTG Pactual, apoiar essa iniciativa é uma forma de incentivar talentos, preservar legados e ampliar o alcance de uma expressão que traduz a diversidade e a identidade do Brasil”, conclui Kliousoff.





