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Notas exclusivas sobre artistas, políticos, atletas, modelos, empresários e pessoas que são destaque na cidade. Por Humberto Abdo (humberto.abdo@abril.com.br).

Filho de Maysa, Jayme Monjardim conta por que tirou Matarazzo do sobrenome

Prestes a lançar minissérie, diretor de novelas da Globo planeja nova versão de Lampião e Maria Bonita e revela sua antiga profissão antes de ir para a TV

Por Humberto Abdo 19 nov 2021, 06h00
Jayme Monjardim posa de braços cruzados vestindo colete preto. Ao fundo, prédio moderno com estrutura metálica marrom.
O diretor Jayme Monjardim. (Caio Gallucci/Divulgação)
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Antes de dirigir novelas como Pantanal (1990) e O Clone (2001), Jayme Monjardim, 65, começou a carreira bem longe do Projac… Como piloto de avião. Foi uma homenagem em vídeo feita após a morte da mãe, a cantora Maysa, que deu início à paixão pela televisão, onde boa parte de seus trabalhos quase sempre destaca grandes mulheres protagonistas.

A próxima será Aracy de Carvalho, brasileira responsável por salvar centenas de judeus durante o Holocausto, na nova minissérie Passaporte para a Liberdade — e com a “Lista de Schindler brasileira” pronta para estrear em dezembro, ele já escolheu sua próxima personagem.

“Agora quero refazer Lampião e Maria Bonita pelo olhar de Maria, outra mulher que me interessa muito”, revela à Vejinha após um passeio pela Cidade Matarazzo, o grande complexo construído na área de um hospital próximo à Paulista, criado pelo seu bisavô. “Passei a assinar meu nome sem o Matarazzo porque todo mundo dizia que eu era herdeiro da fortuna, mas naquela época já era massa falida. Tive muita dificuldade para começar a trabalhar por isso.”

O imenso projeto é do francês Alexandre Allard, mas o diretor tem dado alguns palpites e comprou os licenciamentos de todos os produtos das indústrias Matarazzo, que serão relançados em uma mercearia instalada por lá após a abertura, em 2022. “Meu bisavô e Allard têm muito em comum como sonhadores. Allard disse ‘ele me visita às vezes’ e eu respondo ‘que bom, tomara que vocês entrem num bom acordo’”, brinca.

Além de cinema, lojas e um hotel seis-estrelas, o espaço terá apartamentos residenciais e um deles, lá no alto, já pertence ao Jayme. “Minha casa principal é no Rio, mas também passo pelo Rio Grande do Sul, onde tenho uma estância, por São Paulo e agora pelo Maranhão… Descobri meu pantanal.”

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Com a mesma inspiração empreendedora da família, ele escolheu o estado do Nordeste para investir em gados “carbono zero”, com um sistema capaz de inibir a emissão de gases poluentes. “Mas de tudo o que me envolvi até hoje, minhas histórias ainda são o meu maior investimento.”

Fachada da Capela Santa Luzia.
Capela Santa Luzia faz parte do projeto Cidade Matarazzo, próximo à Paulista. (Gabriel Matarazzo/Divulgação)
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Fachada da Capela Santa Luzia com ângulo visto de baixo. Ao lado, prédio moderno com madeiras expostas.
No Cidade Matarazzo, templo católico chegou a ficar abandonado durante 20 anos. (Gabriel Matarazzo/Divulgação)
Interior da Capela Santa Luzia exibe vitrais e teto trabalhado com pinturas.
Durante obras de restauro, Capela Santa Luzia chegou a ficar em cima de oito pilares, com um vão de mais de 30 metros de altura. (Gabriel Matarazzo/Divulgação)
Fachada de hotel no Cidade Matarazzo com oliveiras na porta.
Hotel Rosewood, no Cidade Matarazzo, será o primeiro seis-estrelas da América Latina. (Gabriel Matarazzo/Divulgação)
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Publicado em VEJA São Paulo de 24 de novembro de 2021, edição nº 2765

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