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Notas Etílicas - Por Saulo Yassuda

Por Saulo Yassuda Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
O jornalista Saulo Yassuda cobre cultura e gastronomia. Faz críticas de bares na Vejinha há dez anos. Dá pitacos sobre vinhos, destilados e outros assuntos

Bar Alto tem shows, festas e espaço para quem quer só beber e petiscar

Endereço de vocação múltipla é dividido em três pavimentos. Leia a crítica

Por Saulo Yassuda Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 17 mar 2023, 06h00 | Atualizado em 17 mar 2023, 17h19
Drink alaranjado em copo baixo sobre mesa de madeira com meia fatia de laranja dentro
Alto negroni: gim, um toque de cachaça com infusão de nibs de cacau e laranja desidratada, Campari e vermute tinto (Clayton Vieira/Veja SP)
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O Bar Alto apresenta vocação múltipla, com três espaços em pavimentos diferentes. Aberto em dezembro, tem a música, sobretudo o indie, como um ponto de coesão — é um negócio dos sócios do bar Tokyo (Junior Passini e Fábio Floriano), do selo Balaclava Records (Fernando Dotta e Rafael Farah) e do festival e portal Popload (Lucio Ribeiro).

Cinco homens em pé em corredor de paredes espelhadas
Os sócios Fábio Floriano, Rafael Farah, Lucio Ribeiro, Fernando Dotta e Junior Passini (Clayton Vieira/Veja SP)

O tour começa logo após subir uma escadaria, que ladeia uma arquibancada ao ar livre. Chega-se ao primeiro bar, pequeno, escuro, com sofás. É a parada para curtir um drinque, não exatamente com tranquilidade. Os coquetéis da carta feita com a consultoria da bartender do ano pelo COMER & BEBER, Chula, premiada pelo trabalho no Cineclube Cortina, no Centro, são executados no esquema industrial.

Dá certo o alto negroni (R$ 40,00), que leva gim, um toque de cachaça com infusão de nibs de cacau e laranja desidratada, Campari e vermute tinto, se você gosta do clássico mais adocicado. Os croquetes de milho (R$ 32,00, quatro unidades) são boa companhia para a bebericagem. Ao subir mais alguns degraus e passar por um corredor espelhado, encontra-se uma porta fechada, com um segurança.

Arquibancada com pessoas em pé e sentada conversando, e letreiro do bar alto acima à direita
A arquibancada do Alto: três ambientes com propostas diferentes (Clayton Vieira/Veja SP)
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Em geral, quarta e quinta são dias de shows de música independente, mas precisa de ingresso à parte. De sexta a domingo tem festas, de acesso livre. O palco é pertinho do público, a acústica é boa e dá para provar drinques mais simples ou uma long neck (Heineken, R$ 16,00).

A escalada termina no rooftop. Aberta, rodeada de prédios, essa laje é uma boa também para um descanso. Com uma comanda individual, o visitante passa por todos esses ambientes. O lugar não é acessível a pessoas com deficiência física — os sócios afirmam que até maio elevadores devem ficar prontos.

Avaliação: BOM (✪✪✪)

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Bar Alto
Rua Aspicuelta, 194, Vila Madalena. Não tem telefone
Das 18h até 0h (sexta das 18h até 2h; sábado das 16h até 2h; domingo das 16h até 23h; fecha segunda e terça)
Instagram @baralto.sp
Aberto em 2022

Veja o cardápio:

a

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Publicado em VEJA São Paulo de 22 de março de 2023, edição nº 2833

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