Com roteiro de Stallone, ‘Resgate Implacável’ tem adrenalina — e só
Jason Statham estrela filme com muita ação e pouca emoção, em mais uma parceria com o diretor David Ayer
Mais um filme de ação estrelado por Jason Statham e dirigido por David Ayer (Esquadrão Suicida) chega aos cinemas. Após o retorno positivo de Beekeeper: Rede de Vingança (2024), os dois repetem a parceria em Resgate Implacável.
O sucesso parece não ter sido sorte de iniciante da dupla, pois o filme chegou ao topo das bilheterias nos Estados Unidos, com uma semana em cartaz. A reação pode ser explicada pela adrenalina das cenas e um final tipicamente americano.
No entanto, a produção sofre com direção, roteiro (assinado por Ayer e Sylvester Stallone) e performances. O diretor até se esforça para tentar tirar a narrativa do ordinário ao contar a história de um ex-agente secreto encarregado de uma nova missão, mas não consegue.
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Levon Cade (Statham) deixou o ramo para trabalhar com construção civil, mas recebe um chamado de resgate quando Jenny (Arianna Rivas), a filha adolescente do chefe, desaparece misteriosamente. Assim, ele descobre uma conspiração criminosa russa e tem que enfrentar o perigo e proteger aqueles que ama (o pai e a própria filha).
Há muitas falas de efeito vazias e até cafonas, entregues de maneira engessada. Seriam eficazes se, pelo menos, houvesse uma atenção real aos desdobramentos emocionais, pois tudo soa sem propósito nem objetivo.
NOTA: ★★☆☆☆
Publicado em VEJA São Paulo de 4 de abril de 2025, edição nº 2938







