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Alice Granato é redatora-chefe da Veja São Paulo. Jornalista e escritora, formada pela Puc-SP, trabalhou em algumas das principais redações do país, como os jornais O Estado de S. Paulo e o Jornal da Tarde nas áreas de cidades, cultura e modo de vida; na Revista Veja com comportamento; na revista Serafina da Folha de S. Paulo fazendo perfis e entrevistas de grandes personalidades da cultura; editou a revista Bestuji com os mais importantes fotógrafos brasileiros; foi correspondente da revista Gula de gastronomia por mais de uma década; entre muitas outras publicações como a Elle, com reportagens de arte, life-style e viagens. É autora do livro “Sabor do Brasil” da editora Sextante Artes, do “Fabricando Chocolate”, da mesma editora e da coletânea para crianças “Saborzinho do Brasil”, da Bazar do Tempo. Alice também dirige o Acervo Ivald Granato, cuidando da memória e da obra do seu pai, o artista plástico fluminense, Ivald Granato.

Escrita por ELAS

A redatora-chefe Alice Granato escreve sobre a edição especial de Dia Internacional das Mulheres, com destaque para a capa sobre escrita feminina

Por Alice Granato 6 mar 2026, 08h00
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Reunimos autoras, como Andréa del Fuego e Lilia Guerra, que estarão no Festival Fronteiras do Pensamento (Nina Jacobi/Veja SP)
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A gora a história é outra. Está sendo escrita, ou reescrita, por mulheres. E isso muda tudo. Traz outra perspectiva do que quando contada majoritariamente por homens brancos.

Neste fim de semana, São Paulo recebe, pela primeira vez, no Parque da Água Branca, o Festival Fronteiras, que aposta na literatura feminina, trazendo autoras de todo o país. Entusiasmados com a ideia, resolvemos juntar algumas delas para a reportagem de capa, assinada pelas repórteres Laura Pereira Lima e Luana Machado.

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Bastidores da reportagem de capa, no estúdio da fotógrafa Nina Jacobi (Marta Teixeira/Veja SP)

Nela, reunimos dez escritoras de enorme sucesso, em uma produção acompanhada também pelas designers Marta Teixeira e Graziella Iacocca. Para a imagem da capa, escolhemos destacar suas obras e trazemos um breve resumo de cada uma. Na matéria, as repórteres traçam um perfil de cada uma, mostrando a diversidade de temas e interesses e a riqueza de representarem várias regiões do nosso país, do Ceará ao Rio Grande do Sul, do Rio de Janeiro a Minas Gerais.

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(Marta Teixeira/Veja SP)
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“Presenciar os encontros entre essas mulheres, ver a conexão que a escrita proporciona e, como leitora delas, poder adentrar nesse processo de construção de universos é fantástico”, enfatiza Luana Machado, que foi uma guerreira nesta edição. Ela assina ainda as Amarelinhas com a deputada federal Erika Hilton, que comenta sobre a legalização do aborto e o caso aterrorizante de estupro coletivo no Rio de Janeiro.

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a deputada federal erika Hilton fala sobre a legislação do aborto e os casos alarmantes de feminicídio (Matheus Alves/Divulgação)

Ainda na pauta mulheres, quatro musicais estreiam na cidade trazendo grandes musas com suas histórias contadas no palco, em texto do editor-sênior Fabio Codeço e da repórter Mirela Costa.

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Quatro musicais com histórias de mulheres icônicas, entre elas Gal costa (com Walerie Gondim, foto), ganham os palcos da cidade (Edgar Machado/Divulgação)

Em sua quinta edição, a mostra Aberto, criada pelo empreendedor Filipe Assis, ocupa a icônica Casa Bola, projetada por Eduardo Longo, e a Avenida Brigadeiro Faria Lima com obras de arte de grandes mestres, fazendo com que a cidade ganhe uma nova ótica de expressão artística. É o que revela a reportagem de Vanessa Barone.

2026 A fantástica viagem de Eduardo Longo LZ03172 LuizZerbini©PatKilgore2026_J8A7047Peq.jpg
Em sua quinta edição, a Aberto ocupa a Casa Bola, de Eduardo Longo, e a Avenida Faria Lima (Ruy Teixeira/Divulgação)
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Em uma semana tristíssima com os casos atordoantes de feminicídio, é importante ver os avanços e divulgar a escrita feminina que só cresce, aparece e conta a história em uma nova perspectiva. Boa leitura e feliz Dia internacional da Mulher!

Publicado em VEJA São Paulo de 6 de março de 2026, edição nº2985.

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