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Restauração da fachada do Pátio do Colégio começa nesta segunda

Segundo a instituição, todos os materiais utilizados na limpeza, como um andaime e uma lavadora, foram doados por pessoas e empresas

Por Estadão Conteúdo 16 abr 2018, 08h52
Em SP, fachada do Pátio do Colégio amanhece pichada
A fachada do Pátio do Colégio, prédio de grande importância histórica localizado no centro de São Paulo, apareceu pichado na manhã de segunda-feira (10) (Suamy Beydoun /Agif / Estadão Conteúdo/Veja SP)
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Começou na manhã desta segunda-feira (16) a limpeza da fachada do Pátio do Colégio, no centro histórico de São Paulo, pichada na última semana com a frase “Olhai por Nóis (sic)”. Dois dos envolvidos já foram identificados e confessaram o crime e a identidade de uma terceira pessoa é mantida em sigilo.

De acordo com informações da administração do Pátio do Colégio, os preparativos para a restauração tiveram início por volta das 6h. Após a montagem dos andaimes, a limpeza será realizada por voluntários que se dispuseram a ajudar.

Ainda não há previsão de quanto tempo irá durar a ação. A restauração exige cuidados especiais, já que o monumento é tombado como patrimônio histórico.

Segundo a instituição, todos os materiais utilizados na limpeza, como um andaime e uma lavadora, foram doados por pessoas e empresas. A Prefeitura de São Paulo se colocou à disposição, mas de acordo com o Pátio do Colégio, não possuíam os materiais necessários.

João Luís Prado Simões França, de 33 anos, e Isabela Tellerman Viana, de 23, confessaram a participação no crime. O homem, conhecido como M.I.A, (“Massive Ilegal Arts” – Artes Ilegais de Massa, numa tradução livre), considerado o líder do grupo pela polícia, confessou ter participado de outras pichações pela cidade, como os atos no Monumento às Bandeiras e na estátua do Borba Gato, em 2016, e o Estádio do Morumbi, em 2017.

Por ser considerado um crime ambiental de natureza leve, os envolvidos podem ter a pena convertida pela Justiça em prestação de serviços. Segundo o delegado Marcos Galli Casseb, a ação de França pode resultar em prisão, caso o Poder Judiciário decida somar as penas das pichações que ele já cometeu. A Prefeitura de São Paulo ainda pode multar os envolvidos em 10 000 reais.

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