(Governo de SP/Divulgação)
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O policial militar suspeito de atirar e matar o marceneiro Guilherme Dias Santos Ferreira em 4 de julho em Parelheiros, zona sul de São Paulo.
Guilherme, que tinha 26 anos, levou um tiro na cabeça enquanto voltava para casa após um dia de trabalho. O policial militar Anderson Pereira de Almeida, 35, atirou no marceneiro após um assalto na região da Estrada Turística de Parelheiros, segundo a Polícia Civil. O agente alegou que teria confundido o jovem negro com um dos integrantes de uma quadrilha que tentou roubá-lo.
O jovem, porém, não tinha qualquer relação com a tentativa de assalto e caminhava em direção a um ponto de ônibus nas proximidades.
Na ocasião, o PM chegou a ser detido, mas pagou fiança e foi liberado. De acordo com a SSP (Secretaria de Segurança Pública), Almeida foi preso preventivamente na madrugada de sábado (16) com um mandado de prisão. Ele foi encaminhado ao Presídio Militar Romão Gomes (PMRM) e teve a prisão mantida após audiência de custódia.
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“As investigações do caso prosseguem pelo DHPP, que aguarda a emissão dos laudos periciais para concluir e relatar o inquérito policial ao Poder Judiciário”, informou a nota da SSP.
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