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Parque Villa-Lobos recebe o Brasileirão de Pickleball 2026

Considerado o maior evento da modalidade no país, o torneio reúne mais de 2 200 atletas e conta com estrutura de 15 quadras temporárias

Por Vanessa Barone 4 jun 2026, 10h37 | Atualizado em 4 jun 2026, 10h54
Duas pessoas jogando pickleball em quadra azul, com uma rede em primeiro plano. Uma mulher à esquerda, de boné e roupa escura, segura uma raquete. Um homem à direita, de camiseta escura, se inclina para pegar uma bola amarela no chão. Ao fundo, um banner cinza com "CAMPEONATO BRASILEIRO DE PICKLEBALL RUMOS 2025" e o logo do esporte
Brasileirão de Pickleball 2026.: modalidade que mistura elementos de tênis, badminton e tênis de mesa (CBP/Divulgação)
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Parque Villa-Lobos recebe o Brasileirão de Pickleball 2026 Priorizar nos meus resultados Google

Se você passou recentemente pelas quadras de tênis da capital, já deve ter ouvido o barulho peculiar das raquetes de plástico e das bolinhas ocas do pickleball. A modalidade, que mistura elementos de tênis, badminton e tênis de mesa, virou febre nos Estados Unidos e cresce a passos largos por aqui. Para quem quer entender o motivo de tanto barulho, o Parque Villa-Lobos recebe, de hoje (4) até domingo (7), o Brasileirão de Pickleball 2026.

Organizado pela Confederação Brasileira de Pickleball (CBP), o evento é considerado o maior da história da modalidade no Brasil.

Para dar conta do recado, uma estrutura inédita e temporária foi montada no parque, somando mais de 15 quadras oficiais (incluindo uma quadra central para os principais duelos), áreas de convivência e espaços para o público acompanhar as partidas de perto.

O torneio impressiona pelos números: são mais de 2 200 inscrições confirmadas, com atletas vindos de 24 estados brasileiros e de pelo menos outros sete países — como Argentina, Uruguai, Chile e Colômbia.

Mais do que o troféu nacional e pontos no ranking, a disputa tem peso de ouro para o alto rendimento. Durante o evento, acontece a seletiva oficial para definir quem vai vestir a camisa da seleção brasileira na Copa do Mundo da modalidade, marcada para setembro, no Vietnã.

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Inclusão na quadra

Um dos pontos altos da competição é a diversidade entre os atletas. Das inscrições confirmadas, 1 022 são de mulheres — quase metade do total. O torneio também promete fazer história na acessibilidade, com a presença de dezoito atletas cadeirantes, o que pode colocar o Brasileirão entre as maiores competições de pickleball adaptado do mundo.

A lista de competidores ainda prova que o esporte não tem idade: há categorias que vão de crianças e adolescentes (de 8 a 18 anos) até a turma das faixas etárias de 70+ e 80+, que juntas somam quase 100 inscritos.

Para quem estiver passeando pelo Villa-Lobos no fim de semana, a estrutura aberta é um convite para conhecer a dinâmica do jogo, que se popularizou justamente por ser fácil de aprender e muito sociável.

Mais informações e horários, no cbpickleball.com.br

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