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O melhor e o pior espetáculo de dança de 2009

Críticos e repórteres de VEJA SÃO PAULO contam o que viram de bom e de ruim durante o ano

Por Carolina Giovanelli 22 dez 2009, 15h29 | Atualizado em 5 dez 2016, 19h01

O MELHOR

Mesmo com a morte de sua fundadora, em junho, o grupo alemão Pina Bausch Tanztheater Wuppertal não desmarcou os compromissos no Brasil. Deleitou o público com duas das principais peças de seu repertório, no Teatro Alfa, em setembro: Café Müller (1978) e A Sagração da Primavera (1975). A ausência de Pina pareceu dar mais fôlego e força aos 42 bailarinos, que no momento dos aplausos choraram em razão do luto e arrancaram lágrimas de parte da plateia.

O PIOR

Em um ano escasso de apresentações de balé clássico, a companhia russa The Grand Classical Moscow Ballet retornou à cidade em novembro depois de uma ausência de 28 anos. E desapontou feio na encenação de Dom Quixote (1869), no Teatro Abril. Certos movimentos estavam descoordenados, os figurantes mostravam pouca disposição, alguns dos 64 bailarinos conversavam durante a peça e um deles chegou a cair do palco.

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