Justiça Militar nega pedido de prisão preventiva de militares no caso das armas furtadas
Decisão aponta que não havia elementos suficientes
A Justiça Militar negou o pedido de prisão preventiva de seis militares do Exército investigados pelo furto das 21 armas do Arsenal de Guerra de Barueri.
[abril-veja-tambem]W3siaWQiOjEyMzY4MTYsInRpdGxlIjoiQXZlbmlkYSBkYSBaTCB2aXJhIG5vdm8gcG9pbnQgZGUgZXZlbnRvcyBlIGJhbGFkYXMgZGEgbm9pdGUgcGF1bGlzdGFuYSJ9LHsiaWQiOjEyMzY5NDcsInRpdGxlIjoiQ29tbyBjZW1pdCYjeEU5O3Jpb3MgZGEgY2FwaXRhbCBidXNjYW0gcmV2aXRhbGl6YXIgZXNwYSYjeEU3O28gYXAmI3hGMztzIGNvbmNlc3MmI3hGNTtlcyJ9XQ==[/abril-veja-tambem]
De acordo com a Folha, interlocutores do Exército afirmam que a Justiça Militar apontou na decisão que não havia elementos suficientes para determinar a prisão preventiva dos suspeitos.
Recentemente, o Exército puniu com prisão disciplinar 19 militares acusados de falharem na fiscalização do Arsenal. Foi solicitada à Justiça a prisão preventiva de outros seis suspeitos de participarem diretamente do furto das 21 metralhadoras do quartel.
As polícias do Rio de Janeiro e de São Paulo já encontraram 19 das 21 armas furtadas.







