Avatar do usuário logado
Usuário

Justiça absolve Thiago Brennand de acusação de estupro

Defesa da vítima recorreu ao Superior Tribunal de Justiça

Por Redação VEJA São Paulo Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 12 jul 2026, 14h50
Homem de pele clara, cabelo curto e escuro, vestindo camisa social branca, sentado em um sofá claro, com expressão séria e boca entreaberta, olhando para a direita. Ao fundo, uma parede com quadros e iluminação indireta
 (Record TV/Reprodução)
Continua após publicidade
Justiça absolve Thiago Brennand de acusação de estupro Priorizar nos meus resultados Google

O empresário Thiago Brennand foi absolvido de uma das acusações de estupro que enfrenta no Tribunal de Justiça de São Paulo. A 2ª Câmara de Direito Criminal do TJ-SP deu provimento a um recurso da defesa e absolveu o réu.

Ele havia sido condenado em agosto de 2025, em primeira instância, a oito anos de prisão após ter sido acusado de estupro pela estudante de medicina Stefanie Cohen. O episódio aconteceu em um jantar na capital paulista. Segundo Cohen, ela passou mal por conta das bebidas alcoólicas ingeridas e foi conduzida por Brennand até um quarto de hotel, onde ele teria forçado atos sexuais.

Porém, em maio deste ano foi realizado um novo julgamento. A defesa do empresário alegou que a relação sexual foi consensual. Os magistrados entenderam que as contradições apontadas pela defesa enfraqueceram o relato da vítima, e a dúvida sobre a autoria do crime deveria beneficiar o réu.

Em nota ao portal g1, a advogada Karina Kufa Brennand, esposa e representante legal de Thiago, informou que eles receberam “a absolvição com confiança na Justiça e no reconhecimento da verdade dos fatos. A decisão reforça que acusações precisam estar amparadas em provas e depoimentos consistentes. A isolada palavra da mulher não deve sustentar uma acusação, ainda mais sob a forte suspeita de conluio para fins escusos. Seguimos confiantes de que, nos demais casos, a análise criteriosa das provas demonstrará a inexistência de prática criminosa”.

A defesa da vítima recorreu ao Superior Tribunal de Justiça, alegando descumprimento do Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e da Lei Mariana Ferrer, assim como o Ministério Público, que pediu a condenação pelos demais crimes imputados na denúncia.

Continua após a publicidade

O empresário segue preso em uma penitenciária no interior paulista, ele responde a outros processos envolvendo acusações de estupro, ameaça, lesão corporal e outros crimes.

Em outubro de 2024, ele havia sido absolvido de outra acusação de estupro contra uma massagista, que corria em Porto Feliz, após a defesa dele alegar inconsistências no depoimento da mulher. Na época, ele enfrentava três condenações por estupro e uma por lesão corporal.

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

15 marcas que você confia. Uma assinatura que vale por todas.

Revista em Casa + Digital Premium
Impressa + Digital
Revista em Casa + Digital Premium

Informação de qualidade e confiável, a apenas um clique.
Assinando Veja você recebe semanalmente Veja Rio* e tem acesso ilimitado ao site e às edições digitais nos aplicativos de Veja, Veja SP, Veja Rio, Veja Saúde, Claudia, Superinteressante, Quatro Rodas, Você SA e Você RH.
*Assinantes da cidade do RJ

A partir de R$ 39,99/mês