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Garçons ganham disque-denúncia para garantir gorjeta

Por Daniel Nunes Gonçalves (com reportagem de João Batista Jr.) 12 fev 2010, 11h20 | Atualizado em 5 dez 2016, 18h57

Engana-se quem pensa que os 10% de serviço pagos no restaurante sempre vão integralmente para o bolso dos garçons. De acordo com o Sinthoresp, sindicato da categoria, há em andamento 7 000 ações contra o que os funcionários julgam ser repasse incorreto. E esse número deve aumentar com o serviço de disque-denúncia (0800 7717104) criado na semana passada. “Manteremos em sigilo a identidade de quem botar a boca no trombone”, diz Francisco Calasans, presidente da entidade.

Os acusados podem ser investigados pela CPI da Gorjeta, de autoria da deputada Maria Lúcia Amary, com instalação prevista para março na Assembleia Legislativa. A categoria tem piso salarial de 734 reais. Mas há casos em que esse valor é triplicado graças ao serviço.

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