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A família veio em peso

Garçom do japonês Shigueru tem quase trinta parentes trabalhando na cidade, todos em restaurantes

Por Daniel Bergamasco [colaboraram Arnaldo Lorençato, Mariana Gabellini e Taciana Azevedo] 26 ago 2011, 15h40 | Atualizado em 5 dez 2016, 17h49

“Quase trinta parentes meus trabalham em São Paulo, e todos em restaurantes, bares ou baladas. Com tanta gente, ficou mais fácil vir para cá, há quatro anos. Eu trabalhava em roça de arroz e milho, completei o ensino fundamental, mas na hora de procurar emprego via tudo muito parado por lá. O bom é que não falta companhia. Almoçamos juntos aos domingos. Frequento o Centro de Tradições Nordestinas e o Villa Country. Vou ao cinema quando tem filme do Wagner Moura. Mando uns 200 reais por mês para meus pais. Também invisto: já comprei trinta cabeças de gado. Quero comprar mais e, em quatro anos, vender tudo para montar um restaurante japonês em Fortaleza.”
Renato Vieira de Sá, 23 anos, de Orós (CE), é garçom do japonês Shigueru, no Itaim
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