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Dez motivos para ver “Intocáveis”

Sucesso de público, comédia francesa conta história de uma amizade improvável

Por Tiago Faria 20 set 2012, 19h22 | Atualizado em 18 ago 2025, 10h22

Uma das melhores surpresas recentes do cinema francês, a comédia dramática “Intocáveis” conquistou o público brasileiro: em sua quarta semana em cartaz, o longa-metragem foi visto por 300 mil espectadores. Em São Paulo, segue lotando sessões em 21 salas.

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O filme narra a história da amizade improvável entre um milionário que, acidentado após um voo de parapente, contrata um jovem recém-saído da prisão para assumir o papel de seu cuidador.

Driss (papel de Omar Sy), o escolhido para o emprego, parece ser a pessoa menos preparada para a função. Por não tratar o patrão com pena ou cuidados excessivos, ganha a confiança de Philippe (François Cluzet) e os dois se tornam inseparáveis.

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A seguir, confira dez motivos para não perder o longa que vem emocionando multidões:

1 – Oscar

O longa vai representar a França na 85ª edição do Oscar. Se selecionado pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood, ele vai concorrer ao prêmio de melhor produção em língua estrangeira na cerimônia, marcada para o dia 24 de fevereiro. A lista de indicados será divulgada um mês antes.

2 – Versão americana

O produtor Harvey Weinstein, responsável pela divulgação de “O Artista” nos Estados Unidos, desenvolve um remake americano do filme. Colin Firth, de “O Discurso do Rei”, deve interpretar o personagem de François Cluzet. A direção pode ficar com Paul Feig, de “Missão Madrinha de Casamento”.

3 – Premiado

Indicado a nove prêmios César, considerado o Oscar francês, o longa perdeu o troféu de melhor filme para “O Artista”. Mas vale conferir a excelente atuação de Omar Sy, o único vencedor da equipe. Com uma filmografia de 37 produções, o ator de 36 anos despontou ao interpretar um tipo cômico convincente, sem estereótipos.

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4 – Sucesso na França e no mundo

Ao atrair 20 milhões de espectadores na França, o filme se tornou a segunda maior bilheteria do país. Só perde para a comédia “A Riviera Não É Aqui” (2008), que vendeu 22 milhões de ingressos. Mas pode ser considerado campeão em outro quesito: bateu o recorde de “O Fabuloso Destino de Amélie Poulain” como a produção francesa mais vista fora do país, com uma plateia internacional de 23,1 milhões de pessoas, com 360 milhões de dólares arrecadados.

5 – História real

O roteiro foi inspirado em uma história real descoberta pelos diretores em um documentário chamado “À la Vie, à la Mort”, de 2004. Os personagens que inspiraram a trama, Philippe Pozzo di Borgo e o enfermeiro argelino Abdel Sellou, aparecem nos créditos finais.

6 – Fenômeno pop

Além de ter superado expectativas nas bilheterias, virou o maior fenômeno pop de 2011 na França. Uma enquete organizada pelo jornal “Le Parisien” e pela rede de lojas Fnac mostou que 52% dos franceses entrevistados consideravam o filme o evento cultural mais marcante daquele ano.

7 – Lista dos melhores

O longa também faz sucesso na internet. No opinião dos visitantes do site Internet Movie Database, um dos principais bancos de dados sobre cinema na web, encontra-se na 75ª posição na lista de 250 melhores filmes de todos os tempos.

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8 – Novos talentos

Vale conferir o trabalho de dois cineastas ainda pouco conhecidos no Brasil. Com trabalhos no cinema e na TV, todos inéditos por aqui, Olivier Nakache e Eric Toledano mostram talento ao assinar o roteiro e a direção da fita. Em entrevistas, eles comentaram que têm interesse em filmar nos Estados Unidos.

9 – Boa safra

O filme é apenas um dos exemplos de uma boa fase do cinema da França, que conjuga sucesso comercial e de crítica em filmes como “O Artista”, “A Guerra Está Declarada!”, “Gainsbourg – O Homem que Amava as Mulheres” e “Homens e Deuses”.

10 – Livros

No embalo da fita, dois livros foram lançados no Brasil. Em “O Segundo Suspiro” (Editora Intrínseca), que deu origem ao roteiro, o próprio Philippe Pozzo di Borgo narra suas memórias. Já em “Você Mudou a Minha Vida” (Editora Record), o leitor conhece a versão do enfermeiro Abdel Sellou.

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