Cratera aberta durante obra da Sabesp interdita casas e deixa desabrigados em Osasco
Empresa diz que solo foi estabilizado nesta terça (14) e que famílias receberam Pix de auxílio
Uma cratera aberta durante uma obra de implantação da rede de esgoto da Sabesp interditou três casas e deixou nove pessoas desabrigadas no bairro Rochdale, em Osasco, na Grande São Paulo.
O incidente ocorreu na tarde de segunda-feira (13), quando uma movimentação de solo aconteceu durante a escavação de um poço de serviço realizado por uma empresa terceirizada da companhia.
Segundo a Defesa Civil, o desmoronamento comprometeu a estrutura de três residências próximas ao canteiro de obras, provocando rachaduras e trincas que colocaram em risco a segurança dos moradores.
Os imóveis foram interditados preventivamente e as famílias precisaram deixar suas casas. Apesar dos danos materiais, ninguém ficou ferido.
A obra faz parte de um projeto de ampliação da infraestrutura de esgotamento sanitário na região. Em nota, a Sabesp informou que a movimentação de solo ocorreu durante a escavação de um poço de serviço necessário para a execução das obras, provocando trincas e rachaduras nos três imóveis localizados em frente ao canteiro.
A companhia afirmou que, por medida preventiva e com acompanhamento da Defesa Civil, as residências foram interditadas. As nove pessoas afetadas receberam um PIX emergencial de R$ 2 mil na noite de segunda-feira (13) para cobrir despesas imediatas e foram encaminhadas para um hotel custeado pela empresa, onde permanecerão até que possam retornar às suas casas em segurança.
Segundo a Sabesp, esse auxílio é independente da avaliação dos prejuízos e do ressarcimento integral pelos danos causados.
Ainda de acordo com a empresa, equipes de assistência social e engenharia foram mobilizadas para prestar atendimento às famílias, realizar avaliações técnicas e adotar as medidas necessárias para estabilizar o terreno enquanto as causas do incidente são investigadas.
Na manhã desta terça-feira (14), equipes concluíram a primeira etapa dos reparos na área, com a aplicação de concreto para estabilizar o solo. As três casas permanecem interditadas e seguem sendo monitoradas.
A Sabesp afirmou que continuará acompanhando cada caso individualmente e reiterou o compromisso de prestar assistência às famílias atingidas e reparar integralmente os danos provocados pelo desmoronamento.





