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Casa Garabed: restaurante é armênio, mas comida é similar à árabe

Carro-chefe do restaurante, as esfihas são assadas em forno à lenha e levam hortelã e tomate no recheio

Por Priscila Zuini 18 set 2009, 20h46 | Atualizado em 5 dez 2016, 19h14

No anos 20 desembarcou na cidade um grupo com 20 000 armênios. Eles se instalaram na região próxima do Mercado Municipal e no bairro de Santana. O fundador do Casa Garabed fazia parte desse grupo. Inaugurado em 1951, o lugar tem uma cozinha similar à árabe, com diferenças no sabor. As esfihas, carro-chefe do restaurante, levam hortelã e tomate no recheio. Assadas em forno à lenha, aparecem em dezenove versões e custam entre R$ 4,20 (a de carne) e R$ 7,80 (a de pernil de cordeiro). Outros pratos típico são os quibes recheados de carne e pinhole e cozidos na coalhada (R$ 49,00) e o bastrmá (carne curada típica) com ovo mexido (R$ 42,00). Ao pedir pasta de grão-de-bico, a pronúncia armênia está mais para “homús” do que “hômus”.

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