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Cinco obras para entender Tarsila do Amaral

Depois de uma viagem ao Rio de Janeiro no Carnaval e às cidades históricas de Minas Gerais, Tarsila passou a retratar o Brasil rural e urbano com cores vibrantes inspiradas nas paisagens  que conheceu. Influenciada pelo cubismo, consolidou uma linguagem artística voltada à valorização da identidade brasileira, o que ficou conhecida como fase Pau-Brasil. Obra da Fundação José e Paulia Nemirovsky.

Carnaval em Madureira (1924)

Em sua chamada fase Social, após uma exposição em Moscou, em 1931, a pintora aproximou-se das causas sociais e, em 1933, criou Operários, considerada a primeira grande obra de temática social do Brasil. Ela continuou retratando trabalhadores. A obra pertence ao Acervo Artístico-Cultural dos Palácios do Governo do Estado de São Paulo.

Operários (1933)

Em 1923, a pintora retornou a Paris, onde estudou com mestres do cubismo que influenciaram sua linguagem artística. O cubismo pode ser definido de forma genérica como certa maneira de pintar em formas geométricas. A obra pertence ao Museu de Arte Contemporânea da USP.

A Negra (1923)

Entre 1928 e 1930, Tarsila viveu sua fase antropofágica, que inspirou o Manifesto Antropófago, escrito pelo então seu marido, Oswald de Andrad. O período,  é marcado como uma das fases mais inovadoras de sua trajetória artística. A obra acima pertence à Fundação José e Paulina Nemirovsky, de São Paulo.

Antropogafia (1929)

A obra mais famosa da artista., dada de presente a Oswald de Andrade. Representa uma figura humana com membros desproporcionais sob um sol escaldante. Após essa obra ela iniciou a fase chamada Antropofágica. A pintura pertence ao Museo de Arte Latinoamericano de Buenos Aires.

Abaporu (1928)

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