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“Semana E” vai às escolas para tentar concluir vacinação de crianças

A partir do próximo sábado, postos volantes serão montados em unidades escolares; pais podem enviar apenas termo

Por Clayton Freitas 16 fev 2022, 13h11 | Atualizado em 16 fev 2022, 16h07
Governador João Doria
 (Governo do Estado de São Paulo/Divulgação)
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A partir do próximo sábado (19), as equipes de vacinação contra a Covid-19  vão às escolas para tentar concluir a imunização de crianças da faixa etária de 5 anos a 11 anos de idade.

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O anúncio foi feito no início da tarde desta quarta-feira (16) pelo governador João Doria (PSDB), durante entrevista coletiva do Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, para falar a respeito das ações que vem sendo tomadas para o combate à pandemia.

A chamada “Semana E” vai até o dia 25 deste mês. Ela está sendo feito para tentar imunizar 1,6 milhão de crianças de 5 anos a 11 anos que ainda não tomaram a primeira dose da vacina no estado de São Paulo. O número representa cerca de 40% de todos aqueles nessa faixa etária, já que, até agora,  2,4 milhões de crianças já se vacinaram.

Diferentemente dos adultos, que tiveram de esperar para tomar a sua dose –em critério de comorbidades e idade–, todas as doses para imunizar as crianças já estão disponíveis.

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Doria pediu apoio inclusive de escolas particulares. “. As escolas sempre foram grandes aliadas da vacinação e mais uma vez serão um diferencial para alcançarmos a nossa meta de vacinarmos todas as crianças de São Paulo”, disse Doria.

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Conforme explicou a coordenadora do PEI (Programa Estadual de Imunizações), Regiane de Paula, os pais não precisam ir até as escolas para acompanhar os seus filhos durante a vacinação. Basta enviar um termo e pedir para a criança apresentar nas escolas.

Apesar do anúncio feito pelo estado, quem deve operacionalizar a imunização nesses locais são os municípios, e,  no caso das escolas particulares, os proprietários das unidades.  Em janeiro, quando a imunização infantil contra a Covid-19 teve início e as escolas estavam em férias, a adesão foi baixa e não passou de 300 unidades.

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