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Saúde reduz intervalo para reforço e anuncia 4ª dose para imunossuprimidos

Período entre injeções, que era de no mínimo cinco meses, mudou para quatro

Por 20 dez 2021, 19h42 | Atualizado em 5 set 2025, 15h20
Imagem de perto mostra várias seringas de vacinação transparentes estocadas.
Morte por Covid-19 entre não imunizados em SP é 26 maior que entre vacinados. (Vesna Harni/Pixabay/Divulgação)
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O Ministério da Saúde confirmou, em nota técnica, nesta segunda-feira (20), a redução do intervalo para a terceira dose da vacina contra a Covid-19. O prazo, que era de cinco meses, passou a ser de quatro meses a partir da aplicação da segunda dose.

O governo também anunciou uma nova dose de reforço – a quarta dose – para indivíduos imunossuprimidos. O intervalo também será de quatro meses, contados a partir do primeiro reforço.

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“Uma dose de reforço da vacina COVID-19 para todos os indivíduos imunocomprometidos acima de 18 anos de idade que receberam três doses no esquema primário (duas doses e uma dose adicional), que deverá ser administrada a partir de 4 meses”, diz o documento.

Segundo a pasta, serão considerados indivíduos imunossuprimidos:

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  • os portadores de imunodeficiência primária grave;
  • quem está fazendo quimioterapia para câncer;
  • transplantados de órgão sólido ou de células tronco hematopoiéticas (TCTH) uso de drogas imunossupressoras;
  • pessoas vivendo com HIV/AIDS;
  • pacientes em uso de corticóides em doses ≥20 mg/dia de prednisona, ou equivalente, por ≥14 dias;
  • pessoas que usam drogas modificadoras da resposta imune (o Ministério da Saúde divulga uma tabela com essas medicações);
  • pacientes com condições auto inflamatórias e doenças intestinais inflamatórias;
  • pacientes em hemodiálise;
  • pacientes com doenças imunomediadas inflamatórias crônicas

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A nota técnica é assinada pela secretária Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19 do Ministério da Saúde, Rosana Leite de Melo.

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