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São Paulo registra segundo caso de nova cepa de mpox

Variante 1b foi responsável por surto na República Democrática do Congo; confira os sintomas

Por Laura Pereira Lima
13 jan 2026, 15h41 •
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Vírus da Mpox (Wikimedia Commons/Reprodução)
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  • A Secretaria Estadual de Saúde confirmou no sábado (10) o segundo caso de mpox da cepa 1b em São Paulo. O paciente é um homem de 39 anos residente de Portugal que, após apresentar os primeiros sintomas, no fim de dezembro de 2025, procurou atendimento no Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Lá, ele permaneceu um dia internado, antes de retornar ao país de origem. Não houve, até o momento, registro de pessoas com sintomas no local onde o paciente ficou hospedado.

    A variante é responsável por um surto de grande magnitude na República Democrática do Congo, que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a decretar emergência de saúde pública de importância internacional, em agosto de 2024.

    Em 2024, o Brasil registrou 2 052 casos de mpox, mas nenhum caso da nova cepa.

    “A SES-SP reforça que mantém monitoramento contínuo do cenário epidemiológico da doença no Estado”, afirmou a secretaria em nota.

    O primeiro caso

    Em março de 2025, o Ministério da Saúde confirmou o primeiro caso de infecção pela nova cepa, uma mulher de 29 anos, moradora da região metropolitana de São Paulo que teve contato com um familiar que tinha ido à República Democrática do Congo, país que enfrenta um surto da doença. À época, a Organização Mundial da Saúde (OMS) foi informada do caso.

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    A paciente se curou da doença, segundo a Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo.

    Como ocorre a transmissão da mpox?

    Causada pelo vírus Monkeypox, a doença se espalha por meio do contato próximo com um paciente infectado, o que inclui toque, relações sexuais, beijos ou por partículas respiratórias, soltadas durante a fala ou a respiração, por exemplo. Ela também pode ser transmitida através de objetos contaminados, como roupas ou lençóis, humanos, ou por contato com animais infectados.

    Sintomas

    Geralmente, os sintomas começam dentro de uma semana, mas eles podem surgir de 1 a 21 dias após a exposição, e costumam durar entre 2 e 4 semanas. 

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    Os sintomas comuns são: 

    • irritação na pele 
    • febre 
    • dor de garganta 
    • dor de cabeça 
    • dores musculares 
    • dor nas costas 
    • baixa energia 
    • gânglios linfáticos inchados.  

    O primeiro sintoma costuma ser a erupção cutânea, bolhas ou feridas que geralmente começam a aparecer no rosto e  se espalham pelo corpo, atingindo as palmas da mão e as solas do pé. Outros locais do corpo que podem ter lesões na pele são: genitais, virilha, ânus, rosto, boca, e garganta.

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