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Pfizer: comprimido antiviral reduz risco de Covid-19 grave em 89%

Anúncio foi feito nesta sexta-feira (5) pela farmacêutica

Por Agência Brasil
5 nov 2021, 10h53 • Atualizado em 22 Maio 2024, 17h56
A imagem mostra um exame positivo para Covid-19
Covid-19 (Prasesh Shiwakoti/Unsplash/Veja SP)
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  • Um teste do comprimido antiviral experimental contra a Covid-19, da Pfizer, foi interrompido antes do previsto depois que se demonstrou que o remédio diminui em 89% as chances de hospitalização ou morte em adultos com risco de desenvolver a doença de forma grave, anunciou a empresa nesta sexta-feira (5).

    Os resultados parecem superar os do comprimido molnupiravir, da MSD, que no mês passado mostrou diminuir à metade a probabilidade de hospitalização ou morte de pacientes de Covid-19 também com risco alto de desenvolverem uma doença grave. Nenhuma das empresas disponibilizou os dados completos dos testes.

    A Pfizer disse que pretende apresentar resultados provisórios do teste de seu comprimido – que é administrado juntamente com um antiviral mais antigo chamado ritonavir – à Agência de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA) como parte da solicitação de uso emergencial que fez em outubro.

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    O tratamento combinado, que terá o nome comercial Paxlovid, consiste em três comprimidos administrados duas vezes por dia.

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    A análise planejada de 1.219 pacientes do estudo da Pfizer analisou hospitalizações ou mortes de pessoas diagnosticadas com Covid-19 de branda a moderada, com pelo menos um fator de risco de desenvolvimento da doença de forma grave, como obesidade ou idade avançada.

    A farmacêutica informou ainda que 0,8% dos que receberam o medicamento três dias depois do surgimento de sintomas foram hospitalizados, e que nenhum havia morrido depois de 28 dias de tratamento.

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