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Mesmo sem vacina para crianças, SP já começa a imprimir carteirinhas

Modelo colorido será usado em 4,5 milhões de documentos da vacinação; data para início de imunização contra Covid é incerta

Por Redação VEJA São Paulo Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
27 dez 2021, 18h01 • Atualizado em 5 set 2025, 15h18
Carteirinha para anotar vacinas contra a Covid
Modelo que será usado para anotar as vacinas contra a Covid-19 tomadas por crianças de 5 a 11 anos (Governo do Estado de São Paulo/Divulgação)
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  • Mesmo sem ainda ter nenhuma dose da versão pediátrica da vacina contra Covid disponível ou autorizada, o governo do estado de São Paulo já começou a produzir as 4,5 milhões de carteirinhas para anotar as doses que serão destinadas às crianças de 5 a 11 anos de idade.

    O layout do documento foi apresentado na tarde desta segunda-feira (27). Na parte superior ela tem uma tarja amarela, cor diferente da verde usada por adultos, a verde. Outra diferença é a palavra Vacivida escrita com quatro tons diferentes: amarelo, vermelho, azul e verde.

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    Em nota, o governo estadual alega que a antecipação dessa etapa é fundamental para agilizar a aplicação da vacina nas crianças.

    A vacinação para essa faixa etária com a versão pediátrica da vacina da Pfizer já está autorizada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) desde o dia 16 de dezembro.

    Ela ainda não teve início por alguns motivos. Os dois principais: o Ministério da Saúde não dispõem dessas doses, e, mesmo que tivesse em estoque, a autorização dos técnicos da Anvisa foi questionada até pelo médico Marcelo Queiroga, o ministro da Saúde do presidente Jair Bolsonaro (PL).

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    O ministro impôs uma consulta pública sobre o assunto, que recebe as respostas até o dia 2 de janeiro de 2022. Ele também disse que a vacinação seria feita, porém, com prescrição médica.

    Em resposta, os secretários estaduais de saúde disseram que não irão exigir documento algum para vacinação.

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