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Moinho Central: toneladas ao chão

Edifício teve que ser implodido devido a ameaça de desabamento após incêndio em favela

Por Maurício Xavier [com reportagem de Flora Monteiro e Pedro Henrique Araújo] 6 jan 2012, 18h10 | Atualizado em 4 set 2025, 15h12
Edifício Mendes Caldeira
Edifício Mendes Caldeira (Carlos Namba/)
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Cerca de 800 quilos de dinamite distribuídos por 2.200 furos foram usados na implosão do Moinho Central, em Campos Elíseos, no domingo (1º). Mas o impacto só derrubou dois andares: os quatro restantes serão demolidos por operários. Sua estrutura de 20.000 metros quadrados estava ameaçada de desabamento desde o incêndio na favela do Moinho, no dia 22. Relembre outras duas implosões marcantes (e completas):

+ Parque da Juventude convive com a memória do Carandiru

+ Edifício São Vito será demolido para virar asfalto

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Edifício Mendes Caldeira

A primeira na capital, em 16 de novembro de 1975: os trinta andares abriram espaço para a estação Sé do Metrô

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Três pavilhões do presídio do massacre de 1992 vieram abaixo em 8 de dezembro de 2002; hoje o local abriga o Parque da Juventude

 

 

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