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Biografia do maestro Diogo Pacheco retrata momentos complicados

De acordo com a obra, o regente já esteve à frente de mais de 1 000 concertos

Por Marcelo Moura [com reportagem de Maria Paola De Salvo] 30 jul 2010, 21h33 | Atualizado em 5 dez 2016, 18h40

De acordo com a biografia ‘Diogo Pacheco — Um Maestro para Todos’ (Editora Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 184 páginas, R$ 30,00), com lançamento previsto para este sábado em Campos do Jordão, o regente já esteve à frente de mais de 1 000 concertos. O mais complicado deles foi o de estreia na Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, na década de 60. Isso porque ele havia criticado o conjunto em resenhas de jornal. No primeiro ensaio, pediu: “Por favor, me deem um lá”. Nada. “O moço do segundo fagote respondeu: ‘Não vai dar. Um camarada no jornal meteu o pau na gente. Não vamos dar o lá’”, lembra. Pacheco pediu desculpa e confessou que tinha cometido “alguns desatinos” em seus textos. Os músicos então ensaiaram direitinho e as apresentações foram um sucesso.

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