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Mocotó reúne cerca de 400 rótulos de cachaça

o botequim é perfeito para quem gosta de comida nordestina e caipirinha

Por Marcelo Cobra 18 set 2009, 20h49 | Atualizado em 5 dez 2016, 19h12

Quando abriu seu botequim num dos pontos extremos da Zona Norte, em 1973, o pernambucano José Oliveira de Almeida vendia apenas caldo de mocotó e uma variedade de cachaças. Com o tempo, ampliou o cardápio para atender a clientela que lotava o modestíssimo salão. Em 2005, seu filho Rodrigo Oliveira reformulou os pratos.

O que beber

O chef Rodrigo Oliveira percorreu o Brasil para conhecer os produtores de cachaça. O cardápio é extenso e reúne cerca de 400 rótulos. A João Mendes, de Perdões (MG), pode chegar à mesa em duas versões: uma envelhecida em carvalho (5 reais) e outra em umburana (6 reais). “É a nossa escolha para as caipirinhas de cachaça”, conta Ricardo dos Santos, gerente do restaurante. A paulista Piraporanga (5 reais), de Barretos, é a preferida do público feminino. “Ela é bem suave e faz sucesso entre as mulheres”, completa Ricardo.

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