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Ucrânia tem colônia de 10 000 pessoas na cidade

Bairros da Zona Leste têm a maior concentração de descendentes e imigrantes

Por Maurício Xavier
21 mar 2014, 18h32 • Atualizado em 5 set 2025, 17h31
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foto-4 (Arquivo Pessoal Ludmila Szymanskyi/)
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  • A recente tensão na Ucrânia tem mobilizado a colônia do país europeu em São Paulo. Todo domingo, a Igreja Ortodoxa Ucraniana, em São Caetano do Sul, abriga missas pela paz na Crimeia e em seus arredores. Inaugurada em 1956, ela é uma réplica em miniatura da Catedral de Santa Sofia, em Kiev. Outro espaço que vem realizando cultos em prol da “pátria-mãe” é a Igreja Católica Greco- Ucraniana, na Vila Bela, na Zona Leste.

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    O bairro, assim como o vizinho Vila Zelina, congrega boa parte dos cerca de 10 000 descendentes que vivem na capital. Os primeiros a aportar aqui chegaram por volta de 1890, motivados pela promessa de trabalho que surgiu com o fim da escravidão no Brasil. Uma nova leva chegaria na década de 40, fugindo dos reflexos da II Guerra Mundial. “Viemos famintos, descalços e com as malas vazias”, lembra a consultora cultural da Sociedade Ucraniano-Brasileira Unificação, Ludmila Szymanskyi, de 77 anos, que desembarcou de navio no Rio de Janeiro em 1949.

     

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