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Principais candidatos da capital votam pela manhã

Em meio à corrida pelo segundo lugar, postulantes fazem contas e torcem por mais um turno

Por Estadão Conteúdo
2 out 2016, 14h48 • Atualizado em 27 dez 2016, 15h16
candidatos prefeitura de são paulo 2016
candidatos prefeitura de são paulo 2016 (Divulgação/Luiz Maximiano/Adailton de Sousa Damasceno/Reprodução/Reprodução/)
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  • Os cinco princiais candidatos à sucessão municipal escolheram o período da manhã para votar. Celso Russomanno (PRB),  Fernando Haddad (PT), João Doria (PSDB), Luiza Erundina (PSOL) e Marta Suplicy (PMDB) já cumpriram a obrigação eleitoral neste domingo (2) e pensam agora no segundo turno.

    Com a vice-liderança embolada, segundo as últimas pesquisas de opinião, quatro postulantes ao edifício Matarazzo fazem contas e torcem para serem os escolhidos a disputar votos contra o provável campeão do primeiro turno. 

    Pelo Datafolha, João Doria aparece com 44% das intenções, seguido por Russomanno e Haddad (16), Marta (14) e Erundina (5). Segundo o Ibope, o tucano possui 35%, Russomanno tem 23%, Marta surge com 19%, Haddad fica em quarto com 13% e Erundina estaciona nos cinco pontos. 

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    Após a votação na Escola Britânica de São Paulo, no Jardim Paulistano, João Doria agradeceu a seu padrinho político, o governador Geraldo Alckmin: “Ele foi o fiador das prévias do PSDB, que representaram um valor democrático desta eleição, permitindo que um não político pudesse disputar as prévias em dois turnos e disputar as eleições, saindo de 3% e chegando ao percentual que nos temos hoje”, declarou. 

    Celso Russomanno chegou para votar ao Colégio Santo Américo, na região do Morumbi, por volta das 10h40. Disse que não existe a hipótese de não participar do segundo turno.”Temos pesquisas internas, sabemos como estamos e estamos bem”, comentou.

    Haddad foi à Brazilian International School, em Indianópolis, e ouviu críticas, vaias e elogios. Sob gritos de “Vai para Curitiba” e “Fica Haddad”, o prefeito minimizou os protestos das três pessoas que gritavam palavras de ordem contra ele: “Vai saber o que está por trás disso. As vezes, existem pessoas com inclinação não democrática, mais pró-fascista”, disse.

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    Ao lado do vice Ivan Valente na  Escola Estadual Rui Bloem, na Saúde, Luiza Erundina ainda tem esperança de ir para o segundo turno. “A expectativa é a de sempre, de que no último momento o jogo vire. Vivi isso em 1988”, afirma.  

    No colégio Madre Alix, nos Jardins, Marta Suplicy disse que, diante do cenário indefinido e “enrolado” para o segundo turno na cidade, espera que “o cenário fique desenrolado pra mim”.

     

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