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Primeira vacina contra a dengue é liberada no Brasil

Medicamento é indicado para a população entre 9 e 45 anos e deve ser tomado em três doses

Por Veja São Paulo
28 dez 2015, 16h53 • Atualizado em 4 set 2025, 17h16
Dengue
Dengue (Glauber Gonçalves/)
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  • A primeira vacina contra o vírus da dengue acaba de ser liberada no Brasil. O registro para aprovação do produto foi concedido nesta segunda (28), pela Agência Nacional de Vigilância (Anvisa), que autoriza a produção do produto pela empresa Sanofi-Aventis Farmacêutica .

    Denominada Dengvaxia, a vacina é indicada para proteção contra os sorotipos 1, 2, 3 e 4 da dengue na população entre 9 e 45 anos, já que não há dados suficientes para a comprovação da segurança de uso da vacina para outras faixas etárias. Atenção: ela não funciona com os vírus Chikungunya e Zika.

    + Relembre os detalhes do desenvolvimento da vacina contra a dengue

    A previsão é que em três meses o produto já estará disponível para ser aplicado. Deverá ser tomado em três doses com o intervalo de seis meses entre elas. Testes confirmaram que a vacina da Sanofi tem uma efiência global de 65,6%, mas os índices variam de acordo com o sorotipo.

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    Como a vacina combate unicamente a dengue, outros cuidados são necessários para a prevenção das doenças Chikungunya e Zika, como o uso de repelentes. O medo da doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti provocou enorme demanda pelo repelente Exposis, um dos produtos mais eficazes contra o inseto. Mesmo com uma produção de 1700% maior do que no mesmo período do ano passado, o laboratório Osler, fabricante do Exposis, ainda não conseguiu colocar no mercado uma quantidade suficiente de produtos para dar conta da demanda. O repelente está em falta em várias farmácias da cidade.

    + Procura por repelentes provoca lista de espera em farmácias

    De acordo com Paulo Guerra, dono da Empresa, diversas estratégias foram adotadas para que o equilíbrio entre oferta e demanda pelo produto seja equiparado na primeira quinzena de janeiro: “No último mês produzimos duas vezes mais repelentes do que foram produzidos em todo o ano de 2014”, conta.

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