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Movimentos fazem ato pró-Dilma na Paulista

Organizadores também vão pedir mudanças na política econômica do governo e cassação do presidente da Câmara, Eduardo Cunha

Por Estadão Conteúdo
8 dez 2015, 09h24 • Atualizado em 5 dez 2016, 11h49
Dilma Rousseff
Dilma Rousseff (Pedro Ladeira/Folhapress/)
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  • Sindicatos e movimentos sociais contrários ao impeachment da presidente Dilma Rousseff já se mobilizam para ato na Avenida Paulista na tarde desta quarta (16). 

    + Grupos marcam manifestação pelo impeachment no dia 13 de dezembro

    Apesar do pedido de trégua feito pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, os organizadores decidiram incluir na pauta pedido de mudanças na política econômica do governo Dilma. Além disso, os manifestantes vão cobrar que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), alvo de processo por quebra de decoro no Conselho de Ética da casa e de inquéritos no Supremo Tribunal Federal por desvios de dinheiro, deixe o cargo.

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    Centenas de sindicalistas se reuniram com Lula no Sindicato dos Engenheiros de São Paulo, no último dia 7, para definir a estratégia. Entre eles estavam representantes das principais centrais sindicais como Central Única dos Trabalhadores (CUT), Central das Trabalhadoras e Trabalhadores do Brasil (CTB), Nova Central e até da Força Sindical.

    “Mesmo com as críticas em relação à situação econômica, a manutenção do governo é fundamental para garantir o respeito ao voto popular”, disse o secretário-geral da Força, João Carlos Gonçalves, o Juruna.

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    Um dos desafios dos organizadores é ampliar a participação popular para além dos grupos historicamente ligados ao PT. Por isso foram convidados representantes de entidades que já se posicionaram contra o impeachment como Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic).

    No último domingo (13), movimentos anti-Dilma organizaram ato na Paulista que reuniu 30 000, segundo a Polícia Militar. 

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