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Justiça acata denúncia contra cunhado de Ana Hickmann

Agora réu, Gustavo Corrêa vai responder pelo crime e, ao final do processo, poderá ir a júri popular

Por Estadão Conteúdo
11 jul 2016, 18h55 • Atualizado em 27 dez 2016, 16h44
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 (Veja São Paulo/)
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  • A Justiça acatou denúncia por homicídio doloso – quando há a intenção de se cometer o crime – apresentada pelo Ministério Público de Minas Gerais contra o cunhado da apresentadora Ana Hickmann, Gustavo Correa. Na tarde de 21 de maio, Correa matou Rodrigo Augusto de Pádua, fã da apresentadora que invadiu o quarto de hotel em Belo Horizonte onde a equipe de Hickmann estava hospedada com o objetivo de assassiná-la. O cunhado da apresentadora, agora réu, vai responder pelo crime e, ao final do processo, poderá ir a júri popular.

    + Anotações de Rodrigo de Pádua indicavam obsessão antiga

    A denúncia apresentada pelo promotor Francisco de Assis Santiago tem como principal argumentação o fato de Pádua ter sido morto com três tiros na nuca. O inquérito da Polícia Civil apontou morte em legítima defesa e pediu o arquivamento do caso. Houve luta entre os dois antes de o invasor ser alvejado. Para o MP, no entanto, Correa realmente estava em legítima defesa, mas excedeu essa condição e praticou o homicídio intencionalmente.

    A denúncia foi apresentada na última quinta (7) pela promotoria. Na sexta, 8, Ana Hickmann publicou nas redes sociais a palavra “Indignação” e o significado da palavra no dicionário: “revolta”, “sentimento de oposição”, “de cólera”, “provocada por uma circunstância injusta, indigna ou revoltante”. A Polícia Civil informou que não vai se posicionar sobre a denúncia apresentada pela Promotoria.

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    + Fique por dentro do que acontece na cidade

    Segundo informações do Fórum Lafayette, a primeira instância de Minas Gerais, foi emitida nesta sexta carta precatória para São Paulo para depoimento de Gustavo Correa, já dentro da fase de instrução do processo. Ao final, após o depoimento de testemunhas e da Polícia Civil, a Justiça decidirá se o acusado vai ou não a júri popular.

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