Avatar do usuário logado
Usuário

Massacre no cinema

A sessão que terminou em mais de quarenta mortos, em 1938, no Brás

Por Daniel Bergamasco, Mariana Barros, Rachel Verano, e Maurício Xavier [colaboraram Ricky Hiraoka, Carolina Giovanelli e Arnaldo Lorençato] 18 jan 2013, 20h44 | Atualizado em 16 Maio 2024, 18h29
Massacre no cinema Priorizar nos meus resultados Google

Quem passa hoje pelas vitrines recheadas de roupas de cama, mesa e banho da unidade da rede Zelo instalada no imponente palacete erguido na esquina da Rua Ministro Firmino Whitaker com a Saião Lobato, no Brás, certamente não sabe que o imóvel construído em 1927 foi palco de uma das maiores tragédias da cidade. Na matinê do dia 10 de abril de 1938, onze anos após a inauguração do Cine Oberdan, estava sendo exibido o filme Criminosos do Ar, de Charles Coleman, quando, por volta das 17h, alguém na plateia gritou: “Fogo!”. O falso alarme provocou pânico e correria pelas escadarias estreitas da saída. Resultado: trinta crianças e uma mulher de 45 anos foram pisoteadas e mortas. Até o fim dos anos 60, o cinema continuou funcionando no local e, em meados da década seguinte, o prédio tornou-se o endereço mais tradicional da marca de enxovais.

+ Confira mais curiosidades em nosso mapa interativo da cidade

 + Aconteceu bem aqui: curiosidades que marcaram os 459 anos da metrópole

 

 

 

 

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

15 marcas que você confia. Uma assinatura que vale por todas.

Revista em Casa + Digital Premium
Impressa + Digital
Revista em Casa + Digital Premium

Informação de qualidade e confiável, a apenas um clique.
Assinando Veja você recebe semanalmente Veja Rio* e tem acesso ilimitado ao site e às edições digitais nos aplicativos de Veja, Veja SP, Veja Rio, Veja Saúde, Claudia, Superinteressante, Quatro Rodas, Você SA e Você RH.
*Assinantes da cidade do RJ

A partir de R$ 39,99/mês