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Bibliotecas estrangeiras: o exemplo que vem de fora

No exterior, grandes doações de livros são comuns

Por Carolina Giovanelli
14 mar 2013, 18h10 • Atualizado em 16 Maio 2024, 18h08
  • Ao decidir presentear uma universidade com sua coleção de livros raros, José Mindlin enfrentou entraves desanimadores, como a cobrança de altos impostos. A cultura filantrópica ainda engatinha por aqui, com burocracia excessiva e pouca compensação fiscal. Em outros países, a doação é quase um dever. Na área cultural, destacou-se o industrial Andrew Carnegie (1835-1919), que destinou parte de sua fortuna à construção de mais de 2.500 prédios para abrigar bibliotecas públicas, a maioria nos Estados Unidos. Localizada na Universidade de Toronto, no Canadá, a Thomas Fisher Rare Book Library teve duas doações de livros decisivas para a importância de seu acervo: 25.000 volumes provenientes do colecionador Robert S. Kenny e obras variadas, como edições de Shakespeare, de familiares do comerciante que dá nome ao lugar. A Universidade Cornell, nos EUA, também se fortaleceu com uma coletânea avaliada em mais de 30 milhões de dólares, oferecida por seu primeiro bibliotecário, Willard Fiske (1831-1904).

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