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Segundo dia do Torrowland reúne mais de 60 000 baladeiros em Itu

O sábado foi marcado por grandes nomes da música eletrônica, como Armin van Buuren e Hardwell. Houve falhas técnicas em alguns palcos

Por Juliene Moretti e Bárbara Oberg
3 Maio 2015, 11h09 • Atualizado em 5 dez 2016, 12h31
tomorrowland
tomorrowland (João Moura/Fotoarena/Folhapress/)
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  • Realizado numa fazenda em Itu, no interior de São Paulo, o festival Tomorrowland atraiu no sábado (2) um público de 62 000 pessoas. Apesar do número oficial publicado pela organização, quem passou por lá teve a sensação de que a quantidade de visitantes foi muito maior. Até mesmo nos bares mais afastados, as filas para comprar bebidas e alimentação eram enormes.

    O line-up do dia foi o mais atraente da programação: Yves V, Nervo, Dimitri Vegas & Like Mike e Armin van Buuren para encerrar no palco principal. O DJ holandês número um do mundo, Hardwell, voltou a se apresentar em um palco menor, o Mushroom. Uma multidão esperava pelo artista do lado de fora da tenda. Steve Aoki também voltou a se apresentar num palco secundário.

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    Desta vez, foi possível notar a interferência do som entre os palcos. Quem estava no main stage, por exemplo, sentia as batidas do palco Mushroom, o mais próximo. O evento também registrou falhas técnicas: minutos após o brasileiro Gui Boratto assumir o pickup, na tenda Warung, o palco apagou e ele precisou cancelar o show porque o problema não foi resolvido a tempo.

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    No palco principal, quem sofreu foram as meninas do duo Nervo. Durante sete minutos, o telão, o grande artefato do palco, parou de transmitir as duas nos pickups e reproduziu apenas parte da cenografia. Cerca de dez minutos antes de encerrarem o show, as mesas de som pararam de funcionar. O duo levou na brincadeira e continuou a conversar com a plateia.

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    A noite continuou sem maiores problemas com os irmãos belgas Dimitri Vegas & Like Mike, que apostaram nos hits e na interação com os visitantes usando altas doses de palavrões. O holandês Armin van Buuren, expert em trance, fez um show mais animado, porém, não o suficiente para manter os mais cansados de pé.

    The Rhythm of the Night

    Sim, o clássico da banda italiana Corona, The Rhythm of the Night, de 1993, foi lembrado por três vezes no main stage. Os canadenses do Dvbbs, as australianas do Nervo e a dupla Dimitri Vegas & Like Mike aproveitaram o refrão da faixa para seus remixes.

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