Filho da ialorixá Mãe Santinha de Oyá, bordadeira do elaborado ponto richelieu, Alberto Pitta (Salvador, 1961) foi criado entre tecidos e, desde cedo, compreendeu a importância das vestimentas na transmissão das cosmovisões africanas. Ativo no circuito nacional e internacional da arte, está em cartaz na 36ª Bienal de São Paulo e na individual Alafiou, no MAM Bahia.
Publicado em VEJA São Paulo de 26 de dezembro de 2025, edição nº 2976.





