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Estrela do Terceiro Milênio homenageia Paulo César Pinheiro no Carnaval 2026

O enredo celebra a vida e obra do compositor carioca, autor de grandes músicas como 'Espelho', 'Tô Voltando', 'Canto Das Três Raças' e 'Leão do Norte'

Por Tomás Novaes
8 jan 2026, 17h24 • Atualizado em 13 jan 2026, 17h47
Estrela do Terceiro Milênio em 2026: homenagem ao compositor Paulo César Pinheiro
Estrela do Terceiro Milênio em 2026: homenagem ao compositor Paulo César Pinheiro (Felipe Araújo/Liga SP/Divulgação)
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  • A Estrela do Terceiro Milênio escolheu o compositor Paulo César Pinheiro como tema do seu desfile no Carnaval 2026.

    O enredo Hoje a poesia vem ao nosso encontro: Paulo César Pinheiro, uma viagem pela vida e obra do poeta das canções foi desenvolvido pelo carnavalesco Murilo Lobo.

    O poeta carioca escreveu mais de 2 000 obras ao longo da sua carreira, entre elas canções clássicas da música brasileira, como Espelho, Tô Voltando, Canto Das Três Raças, O Dia Em Que O Morro Descer E Não For Carnaval e Leão do Norte.

    “Sua vida, obra e legado serão reverenciados na passarela do samba do Anhembi. A homenagem será estendida a todos os compositores de samba, que criam belíssimas obras-primas da música brasileira”, escreveu a agremiação ao anunciar o tema.

    A escola será a 5a a desfilar no sábado (14/2) de Carnaval, no Sambódromo do Anhembi. Império de Casa Verde, Águia de Ouro, Mocidade Alegre, Gaviões da Fiel, Tom Maior e Camisa Verde e Branco também se apresentam no mesmo dia.

    Confira a letra do samba-enredo da Estrela do Terceiro Milênio em 2026

    Ouvi lá do alto do morro

    Um canto forro encontrando um violão

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    Sim, numa roda de bamba o samba abrigou

    Um menino e seu dom de compor

    E a madrugada foi inspiração

    Poeta sim!

    Não tem mordaça que me diga não

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    Fiz das raízes do país canção

    Abrindo livros desse meu Brasil

    O dia em que o morro descer

    E o povo vencer será poesia

    O dia em que o morro vencer

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    Será carnaval e rebeldia

    ZUM, ZUM, ZUM, QUERO VER! 

    FIRMAR O SEU BERIMBAU

    SE EU FOR MORRER QUE SEJA EM TERRAS DA BAHIA

    ZUM, ZUM, ZUM, ZUM, QUERO VER!

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    CAPOEIRA JOGAR

    DE ANGOLA Ê CAMARÁ, Ê CAMARÁ!

    ÔÔÔÔÔÔ

    Ninguém ouviu a prece, em seus grilhões

    Se um verso era rasgado, outro nascia

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    E a censura sucumbia às canções

    Quando o cantar da “Sabiá” 

    Se calou em todo altar e a dor me consumia

    Meu coração encontrou novo lugar

    Feito a letra quando abraça a melodia

    A música me deu parceiros e enredos pra contar

    É uma reza em procissão a desfilar

    E ajuda o mundo a falar de amor

    Hoje eu sei, força nenhuma é capaz de explicar

    Nasce da alma do compositor

    Ninguém faz samba se não for pra emocionar

    Lalalaiá, laiá

    REFLETE NO ESPELHO O DOM QUE DEUS ME DEU

    A LUZ DA INSPIRAÇÃO, A POESIA VENCEU

    MILÊNIO É O PODER DA CRIAÇÃO

    MINHA VIDA SE REVELA NOS ACORDES DA CANÇÃO

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