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Boate Medieval é pioneira entre as boates gays paulistanas

Casa é um dos destaques do filme <em>São Paulo em Hi-Fi</em>, exibido no festival Mix Brasil

Por Mauricio Xavier [Com reportagem de Helena Bertho]
14 nov 2013, 18h21 • Atualizado em 1 jun 2017, 17h30
Boate Medieval
Boate Medieval (Acervo Elisa Mascaro/)
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  • Exibido no festival Mix Brasil na semana passada, o documentário São Paulo em Hi-Fi usa entrevistas com frequentadores e jornalistas para contar a trajetória das primeiras boates gays de São Paulo, no começo dos anos 70. Um dos destaques é a Medieval, considerada a pioneira ao abrir as portas em agosto de 1971 na Rua Augusta, quase na esquina com a Avenida Paulista.

     

    A casa da empresária Elisa Mascaro apresentava espetáculos inspirados nos cabarés franceses e era frequentada por figuras como Chiquinho Scarpa, Dercy Gonçalves e Elke Maravilha. “Havia um clima de glamour e sofisticação nas baladas gays da época”, diz o diretor do filme, Lufe Steffens. Após anos de sucesso, a Medieval ganhou a concorrência da Homo Sapiens, na Rua Marquês de Itu, e entrou em decadência no fim da década, fechando em agosto de 1984.

    Boate Medieval Wilza Carla
    Boate Medieval Wilza Carla ()
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