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Ovos de Páscoa para cachorros chegam ao mercado

Agora eles também podem: marcas produzem ovos de Páscoa feitos especialmente para cachorros com doce que imita chocolate

Por Fernanda Campos Almeida
14 abr 2022, 06h00 • Atualizado em 27 Maio 2024, 22h07
Cachorrinho aparece lambendo a boca
Cachorrinho (FREEPIK/Divulgação)
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  • Um docinho inofensivo aos humanos pode ser um perigo para os animais. O chocolate, por exemplo, contém cafeína e teobromina, substâncias que, como explica o veterinário da Pet Care, Marcelo Quinzani, são metabolizadas de forma lenta pelo organismo dos pets, intoxicando-os. “E quanto mais escuro o chocolate, mais teobromina ele tem”, complementa.

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    Para também compartilhar a Páscoa com os companheiros de quatro patas, marcas voltadas ao universo pet desenvolveram produtos com textura, cheiro e até sabor semelhante ao do chocolate, mas completamente seguros para o bichinhos.

    Mão segurando um ovo de páscoa para pet em fundo branco
    Ovo para cãoelhos, da Petiko: chocolate fake para pets (Petiko/Divulgação)

    Lançamento da Petiko, o “ovo para cãoelhos”, de 60 gramas, é feito principalmente com farinha de aveia e adição de ingredientes como leite em pó e aroma de baunilha, que aprimoram o sabor do petisco. Custa 22,90 reais na loja da marca. A ideia, desenvolvida por veterinários, zootecnistas e outros profissionais, tem a receita parecida com a do “ovodog’s”, da marca Chocodog’s (19,90 reais, 50 gramas, na loja Cobasi).

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    Sobre os gatos, Quinzani explica que os felinos geralmente não se atraem por alimentos doces, mas os bichanos também não ficam de fora. A Doogs Pets trabalha com sabores salgadinhos, feitos de material bovino, como carne, salmão e frango, incluindo ovos de Páscoa especiais para gatos (a partir de 27,99 reais, na Petz).

    Vale ressaltar que o presente deve ser usado apenas como aperitivo ou agrado durante brincadeiras e adestramentos e não substituir uma refeição completa. Nas embalagens, as próprias marcas divulgam as recomendações sobre a quantidade ideal que pode ser oferecida, levando-se em consideração o porte do animal.

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    Publicado em VEJA São Paulo de 20 de abril de 2022, edição nº 2785

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