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Cartas da edição 2375

Por Redação Veja São Paulo
30 Maio 2014, 22h58 • Atualizado em 20 jan 2022, 09h22
  • › Perfil

    Mais uma vez estive na mira de VEJA SÃO PAULO. Agora, com a deferência de capa (“Menu de celebridades”, 28 de maio). Seis páginas contando minha vida, minha luta para fazer do Paris 6 um dos espaços gastronômicos mais disputados do Brasil. Após a matéria, muitos elogios e críticas nas redes sociais. Pelo celular, como sempre faço, acompanhei cada comentário, porque acima do marketing, acima da avaliação do crítico gastronômico, está a opinião do cliente. É escutando – o que administro o Paris 6. Se existe um segredo para o sucesso, é esse! Muito obrigado aos que me criticam construtivamente, ensinando-me a melhorar. Isaac Azar

    O restaurante já foi muito bom. Eu o frequento há oito anos. Gosto da comida, mas o atendimento caiu muito no último ano. Além disso, popularizou-se demais. Tem gente que só vai para ver celebridade! À noite, definitivamente, não dá mais para ir. Renata Moraes

    Eu gosto da comida. A casa cobra caro, mas, em ocasiões especiais, é um lugar lindo para comemorar. Eu e meu marido fomos muito bem atendidos. O garçom era bacana e a sobremesa é show de bola! Kátia Dias

    Se você não é famoso, não espere ser bem atendido. Guta Kazi

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    Sucesso ou modismo? A comida é ruim, cara e o atendimento, péssimo. O diferencial é estar aberto 24 horas. Christopher Montenegro

    Ótimo lugar, clima aconchegante e com comida muito boa. Vale a pena! Alex Michelini

    Não sou frequentadora do restaurante, fui lá uma única vez, e a experiência que tive não me faz querer voltar. Principalmente devido ao “pós-atendimento”. Ou seja, tive problemas, que tentei relatar a algum responsável, mas eles não têm canais de comunicação. O único caminho que achei foi comentar em fotos do perfil do proprietário no Instagram. Não obtive nenhuma atenção nem resposta. Espero que daqui para a frente eles revejam esse ponto e melhorem. Desejo sucesso. Cristine Bush

    › Cidade

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    O direito de greve e o de manifestação contra as mazelas do país são atos democráticos (“A cidade que só sabe parar”, 28 de maio). Mas o que estamos vendo — greve de ônibus causada por dissidentes, em desrespeito ao próprio sindicato e, principalmente, à população, e greves oportunistas, motivadas por política (seja de partidos, seja de sindicatos) — é uma nova espécie de terrorismo urbano. A vítima: a população honesta que trabalha e paga impostos e se vê tolhida de aulas nas escolas, do direito de ir e vir, da segurança. Está mais do que na hora de pôr ordem na situação, até para não esvaziar de sentido as legítimas manifestações, que, aliás, não estão acontecendo. No caso dos motoristas, por exemplo, a punição exemplar dos dissidentes seria bem-vinda, tal como a demissão, pura e simplesmente. Margarete de Moraes

    Ver na televisão um suposto motorista de ônibus, profissional que dali tira o sustento de sua família, quebrar seu instrumento de trabalho e saber que ele não foi demitido por justa causa mostra que os patrões são coniventes com a greve e que o poder público nesta cidade não existe. José Renato Nascimento

    › Animais

    Dadas as condições desumanas em que vivem os bichos no zoo de Taboão da Serra (“Jaula do horror”, 28 de maio), fiquei sem conseguir concluir quem são os verdadeiros “animais” nesse caso. Maria de Carvalho Contrera

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    › Paulistana Nota 10

    Muito bacana o trabalho de Paula Dias, da Semaba (aliás, nota 10 é esta seção). Numa cidade que quase não preserva sua memória, sofre com a especulação imobiliária e onde a própria população desconhece muitos locais e a história, por falta de tempo ou interesse, é importante essa iniciativa. Alexandre Fontana

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