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Varanda divulga nota de esclarecimento sobre estratégia anti-hostilização de políticos

Restaurante no Itaim passou a receber figuras partidárias por porta lateral para evitar atritos com o público

Por Veja São Paulo
7 jun 2015, 13h53 • Atualizado em 20 jan 2022, 09h20
Sylvio-Lazzarini
Sylvio-Lazzarini ( Mario Rodrigues/)
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  • A estratégia adotada pelo Restaurante Varanda de receber figuras partidárias pela segunda porta da churrascaria no Itaim e acomodá-las em mesas reservadas gerou forte discussão nas redes socias e muitas pessoas chegaram a engatar uma campanha para boicotar o estabelecimento. Usando a hashtag #varandatofora, movimentos pró-impeachment classificaram a atitude como “acobertamento de corruptos”.

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    A churrascaria, onde o ex-ministro e atual secretário municipal de Relações Governamentais Alexandre Padilha foi alvo de insultos no mês passado, publicou uma nota em sua página oficial do facebook para esclarecer o mal entendido: “Uma vez dentro do estabelecimento, todo e qualquer cliente do Varanda tem direito à sua privacidade, seja ele um artista, um empresário, um político, uma autoridade ou um cidadão comum.” A utilização da entrada privativa  da churrascaria não é novidade. Usada por estrelas do quilate do apresentador Fausto Silva e da atriz Regina Duarte, a tática atende à clientes que buscam mais privacidade nas visitas ao local. “Nossa preocupação é evitar conflitos. Imagine se algum político ou acompanhante resolver reagir”, explica o dono do restaurante, Sylvio Lazzarini.

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    Leia a nota completa:

    Em relação à notícia publicada na edição da revista Veja S. Paulo deste fim de semana, que vem provocando comentários nas redes sociais, o restaurante Varanda esclarece que:

    – O restaurante é um local público que, como tal, pode ser frequentado por qualquer pessoa.

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    – Uma vez dentro do estabelecimento, todo e qualquer cliente do Varanda tem direito à sua privacidade, seja ele um artista, um empresário, um político, uma autoridade ou um cidadão comum.

    – Quando solicitado por um cliente e dentro das possibilidades, o Varanda pode abrir exceções para a entrada em seu estabelecimento por uma porta lateral já usada várias vezes por celebridades e jogadores de futebol, assim como pode encaminhar o cliente – sempre dentro das possibilidades – para mesas em locais mais reservados.

    – O Varanda não tem preferência político-partidária qualquer. Como referência em carnes em São Paulo e no Brasil, o Varanda recebe em suas mesas clientes que são políticos e autoridades de todos os partidos, sem exceção. A todos eles o Varanda oferece o mesmo tratamento respeitoso que garante a todos os seus clientes.

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    – O Varanda lamenta que uma providência normal com o objetivo de preservar a privacidade de seus clientes, em casos extremos, tenha sido entendida com algum tipo de proteção indevida ou de preferência partidária.

    – O Varanda respeita e defende o direito de todos à opinião e manifestação, mas acredita que o local apropriado para isto não é um restaurante, um hospital ou uma igreja, e sim as ruas e praças públicas.

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