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L’Impératrice revela paixão pela música brasileira e planos para o futuro

Banda francesa que se apresentou pela primeira vez em São Paulo e no Rio de Janeiro fala à Vejinha sobre influências de Marcos Valle e Chico Buarque

Por Tomás Novaes
Atualizado em 5 nov 2025, 15h51 - Publicado em 5 nov 2025, 15h48
L'Impératrice estreia no Brasil: banda francesa de apresentou em São Paulo nesta terça-feira (4)
L'Impératrice estreia no Brasil: banda francesa se apresentou em São Paulo nesta terça-feira (4) (Manu Fauque/Divulgação)
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Se você ainda não conhece a banda francesa L’Impératrice, você está perdendo uma sonzeira. Donos de uma mistura açucarada de pop, funk e disco, os europeus estão no Brasil pela primeira vez.

Vejinha conversou com os seis integrantes no camarim da Audio, onde se apresentaram na noite desta terça-feira (4). O grupo estreou por aqui no dia 31, no festival Rock The Mountain, em Itaipava, onde tocam mais uma vez nesta sexta-feira (7).

Em atividade desde 2012, o sexteto hoje é formado por Charles de Boisseguin (teclados), Tom Daveau (bateria), David Gaugué (baixo), Hagni Gwon (teclados), Achille Trocellier (guitarra) e Louve (voz).

A vocalista é a adição mais recente ao conjunto, substituindo a cantora e compositora Flore Benguigui, que integrou a banda entre 2015 e 2024. Confira a entrevista a seguir.

Era um desejo antigo, vir ao Brasil?

CHARLES  Era, porque nós somos, tipo, verdadeiros, acho, verdadeiros amantes da música brasileira, sabe? Digo, fomos super influenciados pela música brasileira. É uma música e um país distante de casa, e sim, sempre foi um sonho vir aqui e finalmente estamos aqui, vivendo, acho, a experiência completa, e somos muito gratos por isso.

Vocês têm algum artista ou músico brasileiro favorito?

ACHILLES David e eu somos muito, muito fãs de Luis Bonfá. Em particular de uma música chamada The Shade of the Mango Tree, que amamos.

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TOM Eu amo Antônio Carlos Jobim, Seu Jorge, tantos outros…

HAGNI Gostamos muito de Chico Buarque e Vinicius de Moraes. Tem um álbum do Chico Buarque que a gente gosta muito, que ele fez com o Ennio Morricone, que orquestra todas as músicas, e ele canta por cima. É algo bem incrível. Eles fizeram duas versões — uma em português e outra em italiano — e a brasileira é a melhor para mim.

CHARLES Eu tenho tantos. Talvez em primeiro lugar o Marcos Valle… Maria Bethânia, Ivan Lins. Eu amo a música brasileira dos anos 70, especialmente Marcos Valle, ele trouxe alguns o melhor do funk para a música, com todas as vibrações latinas, para mim é pura alegria.

Além do som de vocês, a banda tem uma identidade visual forte, seja nas artes dos discos ou nos figurinos dos shows. Como funciona esse processo criativo entre música e imagem?

HAGNI Nós, como banda, nos concentramos primeiro na música. É a origem de tudo. E, para o visual e tudo mais, temos a sorte de trabalhar com nosso selo, que são pessoas incríveis que nos ajudam a encontrar o visual certo e as coisas que combinam com a nossa música. Nem sempre temos certeza do que queremos visualmente, mas eles sempre tentam trazer as melhores propostas.

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CHARLES E nós também somos grandes fãs de trilhas sonoras originais de filmes, sabe? Então essa ligação é bem óbvia para nós, temos muitas influências do cinema. Nos álbuns anteriores, queríamos uma vibe dos anos 70 ou mangá. Temos essas referências que passamos para o selo, e, como eles nos conhecem, fazem uma mistura e acham o artista certo pra trabalhar junto.

No ano passado, a banda passou por uma grande mudança, com a saída da vocalista Flore. Agora, Louve está na banda. Como surgiu o convite e como têm sido esse primeiro ano com a banda?

LOUVE Já faz mais de um ano que estou aqui na banda, e tem sido muito incrível. Nós nos conhecemos primeiro como amigos e depois profissionalmente, e tudo deu tão certo que decidimos ir ao estúdio. Foi um segundo encontro, também muito natural e tranquilo. Fizemos algumas músicas e criamos nossa primeira canção juntos, Chrysalis, da qual estamos super orgulhosos. Tudo correu muito bem.

TODOS Bem-vinda, Louve!

LOUVE Muito obrigada (risos).

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E minha última pergunta: vocês lançaram a música Chrysalis no mês passado. Podemos esperar um novo álbum em breve?

CHARLES Para ser totalmente honesto, estamos terminando a turnê na América do Sul, teremos uns dez dias de folga e vamos tocar na Ásia. Como estamos em turnê sem parar há dez anos, vamos precisar de uma pausa. Por alguns meses, para descansar, encontrar nova criatividade, curtir nossas famílias, amigos e vidas pessoais. Estar em turnê é basicamente viver junto todos os dias, você nunca está sozinho, e estar sozinho às vezes te permite encontrar novas ideias. Vamos precisar disso, e claro que voltaremos com muitas novidades — mas não agora.

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