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“Uma banda de reencontros”: 5 a Seco está de volta após pausa

Após hiato de cinco anos, o coletivo paulistano de compositores retorna em nova fase que começa com um show especial no Coala Festival; confira a entrevista

Por Tomás Novaes
12 abr 2024, 06h00 •
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Pedro Viáfora, Pedro Altério, Leo Bianchini, Tó Brandileone e Vinicius Calderoni: juntos outra vez (Bruno Fragma @brunofragma/Nathália Gonçalves @prefironat/Camomila Produções @camomilers/Divulgação)
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  • “Tudo precisa respirar, sobretudo o amor”, disse Vinicius Calderoni antes do bis de um show na Casa Natura Musical, na noite de 4 de agosto de 2019.

    O texto anunciava o fim temporário da banda paulistana 5 a Seco — que ali se reunia pela última vez no palco — e o lançamento surpresa do disco Pausa. Quase cinco anos depois, o coletivo de compositores está de volta à ativa e estreia uma nova fase no Coala Festival, com reencontro marcado para o dia 8 de setembro no Memorial da América Latina.

    O local não foi escolhido ao acaso. Há uma década, foi o grupo formado por Leo Bianchini, Pedro Altério, Pedro Viáfora, Tó Brandileone e Vinicius Calderoni o responsável por abrir a primeira edição do evento.

    A banda começou antes disso. Em 2009, os músicos começaram a esboçar um projeto paralelo às suas carreiras solo, de alguns shows em quinteto — a ideia decolou rápido, e o primeiro disco, gravado ao vivo em 2011, no Auditório Ibirapuera, contou com participações de nomes como Lenine, Chico César e Maria Gadú, parceira no hit Em Paz, que foi tema da novela Flor do Caribe.

    Sucessos como Pra Você Dar o Nome, Feliz Pra Cachorro e, depois, Pensando Bem deram o tom de uma nova geração da MPB. “Já ouvimos de muitos artistas mais novos que, sem o 5 a Seco, não seriam compositores”, diz Leo, 40.

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    Após dez anos de estrada, o conjunto anunciou a parada, que se alongou mais do que o esperado. “A nossa pausa foi programada como algo que duraria um, dois anos, para cada um viver sua história, seus trampos, e voltarmos com uma força de saudade”, explica Tó, 37.

    Logo depois veio a pandemia e, de lá para cá, muita pedra rolou pelo caminho. Leo se mudou para Portugal, lançou disco e se tornou pai. Tó produziu álbuns de artistas como Anavitória e Luísa Sobral. Altério deu à luz seu primeiro álbum solo e, ao lado de Viáfora, à dupla Pedros. Vinicius escreveu e dirigiu espetáculos como Museu Nacional [Todas as Vozes do Fogo] e Sísifo, com Gregório Duvivier.

    A volta, ao que tudo indica, não se resumirá à apresentação especial no Coala. O quinteto dá pistas de que ela será só o primeiro capítulo desse retorno. “O 5 a Seco vai ser uma banda de reencontros que, quando acontecerem, serão intensos”, deixa no ar Calderoni. Aguardemos as próximas cenas.

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    Publicado em VEJA São Paulo de 12 de abril de 2024, edição nº 2888

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