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Top 10 Brasil da Netflix: O Tigre Branco chega como choque de realidade

Dirigido pelo americano de origem iraniana Ramin Bahrani, o filme justifica sua comparação com o premiado Parasita

Por Helena Galante Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
29 jan 2021, 06h00 •
Três protagonistas de O Tigre Branco
O Tigre Branco: entre as mais vistas da Netflix  (Divulgação/Divulgação)
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  • Esqueça a idealizada Índia espiritualizada onde Buda alcançou a iluminação. Não se trata também da Índia pobre (mas cheia de redenção) de Quem Quer Ser um Milionário?, de 2008, que ganhou oito Oscars. O Tigre Branco (2021) é daqueles choques de realidade certeiros que surgem uma vez a cada geração — e justificam as comparações com Parasita (2019). No Top 10 Brasil da Netflix desde o lançamento, o filme, dirigido pelo americano de origem iraniana Ramin Bahrani, é baseado no premiado romance do indo-australiano Aravind Adiga. Por mais bem contada que seja a história do rapaz pobre que vê na posição de serviçal uma saída, ela só fica genial graças ao ator Adarsh Gourav.

    Ele dá vida a Balram, que começa o longa, de mais de duas horas, como um empreendedor de Bangalore disposto a contar sua história de sucesso para o primeiro-ministro da China. Rapidamente, porém, o espectador descobre que ele teve de dar seus pulos (nem sempre honrosos) para sair do vilarejo miserável onde nasceu e conseguir o emprego de motorista para Ashok (Rajkummar Rao), o filho de um corrupto empresário. Criado nos estados Unidos e casado com Pinky (Priyanka Chopra), o patrão parece ter a cordialidade que falta aos arcaicos irmãos, que tratam o funcionário com agressões físicas. Quando um trágico acontecimento ameaça a liberdade de sua família, porém, não hesita em empurrar a responsabilidade para Balram. A cruel desigualdade social não é fácil de assistir — mas está longe de ser exceção, seja na Índia, ou no Brasil. melhor, então, abrir os olhos.

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    Publicado em VEJA São Paulo de 03 de fevereiro de 2021, edição nº 2723

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