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Três bons filmes sobre adoção no streaming para rir e se emocionar

Produções abordam questões sobre racismo, burocracia e, claro, relações familiares

Por Alessandra Balles 18 dez 2020, 06h00 •
Ele Até Tem Seus Olhos mostra bebê branco adotado por paisnegros: situaçõesde preconceito
Ele Até Tem Seus Olhos mostra bebê branco adotado por pais negros: situações de preconceito (Divulgação/Divulgação)
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  • Ele Até Tem Seus Olhos (He Even Has Your Eyes) > Sali (Aïssa Maïga) e Paul (Lucien Jean-Baptiste, que também dirige o longa) formam um casal afro-francês que sonha em adotar uma criança. Quando, após grande espera, enfim recebem a notícia de que a vez deles chegou, também são surpreendidos pelo fato de o bebê Benjamin ser loiro de olhos azuis. O casal negro só pensa em cuidar do filho (e passar na avaliação do departamento de adoção, claro), mas a situação causa estranheza na própria assistente social responsável pelos trâmites e até na família imigrante de Sali. O filme usa essa circunstância (surpreendente?) para criticar temas como burocracia e, claro, racismo. Sali é confundida o tempo todo como sendo a babá de Benjamin, mesmo quando reafirma que o menino é seu filho. Isso acontece em várias situações: quando ela sai com amigas e alguém começa a questionar sobre o menino diretamente para a amiga branca, como se ela fosse a mãe, e ao encontrar com outras babás em um parque. É daquelas comédias leves que fazem sorrir (não gargalhar), pensar e se emocionar. Netflix.

    De Repente Uma Família
    De Repente uma Família: humor e emoção (Divulgação/Divulgação)

    De Repente uma Família > O jovem casal Pete (Mark Wahlberg) e Ellie (Rose Byrne), decide adotar uma criança e visita uma feira que proporciona encontros entre adultos e jovens sem lar. A dupla se apaixona pela pré-adolescente Lizzie (Isabela Moner) e decide adotá-la. Mas Lizzie tem dois irmãos menores, que vão para a nova casa com ela, para que não tenham de se separar. Essas três crianças barulhentas e indisciplinadas mudam inteiramente a vida do casal. O diretor Sean Anders partiu de sua própria experiência (ele e a mulher adotaram três órfãos de diferentes idades) para descrever, com humor e sentimentalismo, o sistema de adoção americano e as dificuldades e alegrias de ser um pai adotivo. Telecine.

    Lion: Uma Jornada para Casa
    (Divulgação/Divulgação)

    Lion: Uma Jornada para Casa > A história real de um garoto indiano (Sunny Pawar, foto) de origem muito humilde que, aos 5 anos, se perde do irmão mais velho e acaba em um orfanato. Adotado por australianos, já na faculdade ele decide ir em busca de sua família biológica e usa o Google Earth para isso. Prepare o lencinho para esse filme que recebeu seis indicações ao Oscar 2017, incluindo melhor filme, ator coadjuvante (para Dev Patel, que vive o garoto perdido na fase adulta) e atriz coadjuvante, para Nicole Kidman (a mãe adotiva). Amazon Prime Video.

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    Publicado em VEJA São Paulo de 23 de dezembro de 2020, edição nº 2718.

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